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Nas eleições gerais de 2026, os eleitores precisarão eleger dois candidatos ao Senado Federal. Até o momento, sete nomes se colocam como pré-candidatos a senador por Mato Grosso (MT) nas eleições 2026.
As cadeiras que estarão em disputa são as ocupadas atualmente por Carlos Fávaro (PSD) e Jayme Campos (União), cujos mandatos se encerram em 2027. O terceiro senador do estado, Wellington Fagundes (PL), possui mandato garantido até 2031.
Carlos Fávaro deixou o cargo de ministro da Agricultura e Pecuária para ser candidato à reeleição como senador por Mato Grosso (MT) nas eleições 2026. Fávaro assumiu o ministério em 2023 e sua exoneração foi publicada no Diário Oficial da União em março deste ano. Ele será candidato na chapa da médica e empresária Natasha Slhessarenko (PSD), pré-candidata ao governo de Mato Grosso. O principal nome cotado para ocupar a outra vaga na chapa como candidato ao Senado é o do ex-governador de Mato Grosso Pedro Taques (PSB).
Já Jayme Campos tem se colocado como pré-candidato ao governo de Mato Grosso (MT), de forma que ele não deve buscar a reeleição ao Senado.
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Além de Carlos Fávaro e Pedro Taques, também podem ser candidatos a senador por Mato Grosso (MT) nas eleições 2026: Mauro Mendes (União), Janaina Riva (MDB), José Medeiros (PL), Antonio Galvan (Avante) e Diogo Botelho (PTB).
Carlos Fávaro, natural de Bela Vista do Paraíso (PR), é agropecuarista e político brasileiro. Ligado ao agronegócio, construiu sua trajetória no setor produtivo em Mato Grosso, onde presidiu a Associação dos Produtores de Soja e Milho do estado de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e foi vice-presidente da Aprosoja Brasil. Também comandou a Cooperativa Agroindustrial dos Produtores de Lucas do Rio Verde (Cooperbio Verde). Em 2014, foi eleito vice-governador de Mato Grosso na chapa de Pedro Taques, cargo que ocupou entre 2015 e 2018. No período, também atuou como secretário estadual de Meio Ambiente. Em 2020, assumiu mandato no Senado Federal como substituto da ex-senadora Selma Arruda, cassada pelo TSE, e em seguida venceu a eleição suplementar para a vaga. Em 2023, se licenciou temporariamente do mandato no Senado para assumir o Ministério da Agricultura e Pecuária. Em março, Carlos Fávaro deixou o cargo de ministro para ser candidato à reeleição como senador de Mato Grosso (MT) nas eleições 2026.
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Antonio Galvan é produtor rural e liderança do agronegócio brasileiro, com forte atuação no setor da soja em Mato Grosso. Natural de Sananduva (RS), mudou-se para Mato Grosso em 1986, onde se estabeleceu como produtor rural no município de Vera. Técnico em contabilidade, iniciou a trajetória no movimento sindical rural ao liderar mobilizações de produtores durante a crise agrícola dos anos 2000 em Sinop (MT). Galvan foi presidente do Sindicato Rural de Sinop e diretor da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato). Também participou da fundação da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), entidade que presidiu entre 2018 e 2020. Em 2021, assumiu a presidência da Aprosoja Brasil. Em 2022 foi candidato a senador, porém não foi eleito. Agora Antonio Galvan pode ser novamente candidato ao Senado por Mato Grosso (MT) nas eleições 2026.
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Diogo Botelho, natural de Paranatinga (MT), é graduado em Direito pela UNEMAT de Cáceres, com especialização em Direito Constitucional, e atua como advogado e professor universitário. Primo do deputado estadual Eduardo Botelho, Diogo foi candidato a vereador pelo município de Cuiabá (MT), porém não foi eleito. Posteriormente assumiu funções estratégicas na organização do PDT em Mato Grosso, ao atuar como secretário-geral do diretório estadual do partido e ajudar a coordenar campanhas, como a de Ciro Gomes em 2022. Agora Diogo Botelho se coloca como pré-candidato a senador por Mato Grosso (MT) nas eleições 2026.
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Janaina Greyce Riva Fagundes é empresária e política brasileira. Natural de Juara (MT), é filha dos ex-políticos José Riva e Janete Riva. Iniciou a carreira parlamentar em 2014, quando foi eleita deputada estadual pelo PSD. Em 2016, filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), legenda pela qual foi reeleita em 2018. Em 2019, exerceu a presidência da Assembleia Legislativa do Mato Grosso (ALMT). Nas eleições de 2022, obteve o terceiro mandato consecutivo como deputada estadual. Em agosto de 2025, assumiu a presidência do diretório estadual do MDB em Mato Grosso. Agora Janaina Riva é pré-candidata ao Senado por Mato Grosso (MT) nas eleições 2026.
José Antonio dos Santos Medeiros é ex-policial rodoviário federal, professor e deputado federal. Natural de Caicó (RN), é graduado em Matemática pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e em Direito pelo Centro de Ensino Superior de Rondonópolis. Em 2010, elegeu-se primeiro suplente na chapa de Pedro Taques ao Senado Federal, e assumiu o cargo em 2015 depois de Taques ser eleito governador do estado de Mato Grosso. Em 2018, filiado ao Podemos, foi eleito deputado federal e, nas eleições de 2022, alcançou a reeleição para a Câmara dos Deputados pelo Partido Liberal (PL). Agora José Medeiros é pré-candidato a senador por Mato Grosso (MT) nas eleições gerais 2026.
Mauro Mendes Ferreira é empresário, engenheiro eletricista. Natural de Anápolis (GO) é graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Em março, Mauro Mendes deixou o cargo de governador de Mato Grosso para ser candidato ao Senado nas eleições 2026. No setor privado, estabeleceu-se como empresário do ramo metalúrgico e de infraestrutura. Exerceu a presidência da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) e do sistema Sesi/Senai entre os anos de 2007 e 2010, além de ter ocupado a vice-presidência da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Iniciou a trajetória política pelo PSB ao ser eleito prefeito de Cuiabá em 2012. Quatro anos depois, filiado ao DEM, foi eleito governador do estado de Mato Grosso. Nas eleições de 2022, obteve a reeleição para o governo estadual pelo União Brasil (União).
José Pedro Gonçalves Taques é professor e advogado. Natural de Cuiabá (MT), é graduado em Direito pela Universidade de Taubaté. Ingressou na carreira jurídica pública inicialmente como procurador do Estado de São Paulo e, a partir de 1995, se tornou procurador da República. Em 2010, desligou-se do serviço público para iniciar a carreira política pelo PDT, ao eleger-se senador federal no mesmo ano. Em 2014, candidatou-se ao governo de Mato Grosso e foi eleito em primeiro turno. Durante o mandato migrou para o PSDB, legenda pela qual disputou a reeleição em 2018, porém não foi eleito. Após deixar o governo de Mato Grosso, Taques retomou as atividades na advocacia privada e no magistério superior. Teve passagens posteriores pelos partidos Solidariedade e Progressistas (PP) e, no fim de 2025, filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Assumiu a presidência do diretório estadual da legenda em Mato Grosso no início de 2026. Agora Pedro Taques é um possível candidato a senador por Mato Grosso (MT) nas eleições 2026.