Physical Address
304 North Cardinal St.
Dorchester Center, MA 02124
Physical Address
304 North Cardinal St.
Dorchester Center, MA 02124


Os investidores institucionais estão entusiasmados com os ativos digitais, com a melhoria do sentimento e casos de uso mais amplos emergindo como principais impulsionadores da adoção, de acordo com uma nova pesquisa do banco Nomura, com sede em Tóquio, e sua unidade de criptografia Laser Digital.
O estudo, baseado nas respostas de mais de 500 profissionais de investimento no Japão, descobriu que 31% dos entrevistados agora têm uma perspectiva positiva sobre a criptografia no próximo anoacima dos 25% em 2024. Entretanto, o sentimento negativo diminuiu, apontando para uma mudança gradual na perceção à medida que a classe de ativos amadurece.
Um tema central é a diversificação. Cerca de 65% dos entrevistados disseram ver a criptografia como um diversificador de portfólio, enquanto 79% daqueles que consideram a exposição planejam investir dentro de três anos. A maioria espera dotações relativamente modestas – normalmente entre 2% e 5% – sugerindo que as instituições ainda estão nas fases iniciais de adoção.
Essa mudança está a ser apoiada por um cenário regulamentar e político em mudança. No Japão, os decisores políticos passaram o ano passado refinando estruturas criptográficas, incluindo discussões sobre classificaçãotributação e proteção aos investidores. Globalmente, regras mais claras nos principais mercados – juntamente com a aprovação e expansão de produtos de investimento em criptomoedas, como fundos negociados em bolsa (ETFs) e ativos tokenizados – reduziram parte da incerteza que anteriormente mantinha as instituições à margem.
Como resultado, o interesse está a expandir-se para além da simples exposição aos preços. Mais de 60% dos entrevistados manifestaram interesse em staking, empréstimos, derivados e ativos tokenizados, refletindo a crescente procura por estratégias de geração de rendimento e construção de carteiras mais sofisticadas.
As stablecoins também estão ganhando força, com 63% dos entrevistados identificando possíveis casos de uso que vão desde gestão de tesouraria até pagamentos transfronteiriços e investimento em títulos tokenizados.
Ainda assim, as barreiras permanecem. As preocupações em torno da volatilidade, do risco de contraparte e da falta de quadros de avaliação estabelecidos continuam a pesar na adoção. A incerteza regulamentar, embora tenha melhorado, não desapareceu completamente.
Mesmo assim, a pesquisa sugere que a conversa está mudando. Em vez de debater se devem investir em criptomoedas, as instituições estão cada vez mais focadas em como fazê-lo – um sinal de que os ativos digitais estão cada vez mais perto de se tornarem um componente padrão das carteiras institucionais.