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O presidente eleito Donald Trump selecionou Paul Atkins, ex-comissário da SEC, para liderar a SEC. Atkins deve substituir o presidente cessante da SEC, Gary Gensler. Muitos têm esperança de que Atkins desfaça os danos causados por Gensler, cuja liderança levou à perda de confiança na SEC. Tanto os investidores retalhistas como os institucionais ficaram frustrados com o governo de Gensler, que alguns acreditam ter sido influenciado por forças anti-criptografia como Elizabeth Warren e o cartel bancário.
Um dos principais casos que atraiu atenção significativa é Ripple vs. SEC, que começou em 2020. Com a recente nomeação de Paul Atkins como presidente da SEC, a comunidade criptográfica está esperançosa de que o caso possa ser abandonado ou resolvido. No entanto, como o caso está atualmente em recurso, o resultado permanece incerto. Se o caso for arquivado, poderá marcar uma mudança significativa na forma como a SEC lida com questões relacionadas à criptografia, mas a decisão final dependerá da evolução do processo de apelação.
A SEC desistirá do recurso?
O ex-advogado da SEC, Marc Fagel, explicou que embora o tribunal tenha considerado que as vendas institucionais violam a lei, não se pronunciou contra as vendas programáticas, que estão atualmente sob recurso. No entanto, se a nova administração desistir do recurso, o Segundo Circuito não terá oportunidade de opinar.
Fagel esclareceu ainda que, embora a Ripple tenha sido processada por vender títulos não registrados, descobriu-se que algumas de suas vendas envolviam títulos, enquanto outras não. Quando um usuário comentou que a juíza Torres discordava da SEC, Fagel respondeu, dizendo que discordava apenas parcialmente. Ele disse que ela também concordou com a SEC, determinando que a Ripple levantou ilegalmente mais de US$ 700 milhões em uma oferta de títulos não registrados.
“O tribunal considerou que as vendas institucionais violavam a lei, mas não as vendas programáticas. Este último está em recurso. Embora se a nova administração desistir do recurso, infelizmente não teremos a chance de que o Segundo Circuito avalie”, escreveu Fagel.