Traders do Polymarket reduziram as chances de aprovação da Lei de Clareza para um nível recorde à medida que o atraso no Senado se arrasta

A falta de uma disposição ética continua a ser um dos maiores pontos de discórdia. O senador Ruben Gallego (D-Ariz.), um dos dois democratas que votaram pela aprovação do projeto de lei no Comitê Bancário do Senado, disse repetidamente que não apoiará a legislação no plenário do Senado sem uma disposição ética bipartidária. Outros democratas levantaram preocupações semelhantes sobre conflitos de interesses envolvendo funcionários públicos e ativos digitais.

Até sexta-feira, não houve leitura pública da reunião de quinta-feira na Casa Branca, e nenhuma linguagem ética bipartidária havia surgido, deixando um dos maiores obstáculos do projeto de lei sem solução.

Se aprovada, a Lei da Clareza estabeleceria uma estrutura federal para os mercados de ativos digitais, traçando uma linha mais clara entre os ativos regulamentados pela Securities and Exchange Commission (SEC) e aqueles supervisionados pela Commodity Futures Trading Commission (CFTC). Os defensores argumentam que a medida substituiria anos de regulamentação através da aplicação de regras escritas pelo Congresso.

Os executivos da indústria reiteraram essa mensagem durante uma audiência na Câmara na sexta-feira, marcando um ano desde que a Câmara aprovou a legislação.

“A comunidade já fez o trabalho duro”, disse Sarah Aberg, executiva da Nova Labs, aos legisladores, argumentando que a incerteza regulatória atrasou o investimento na rede sem fio Helium depois que a SEC processou a empresa em um caso que mais tarde foi resolvido. “Clareza não é um apelo à desregulamentação; é um apelo à regulamentação correta por parte do regulador certo.”

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