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Desde o início de sua implementação em São Paulo, o pedágio free flow tem dado o que falar. A baixa adesão pelo sistema e as mais de 1 milhão de multas por evasão aplicadas aos motoristas vem causando um grande transtorno no estado.
O modelo, que promete fluidez no tráfego e cobrança eletrônica por distância percorrida, acabou enfrentando mais problemas do que o esperado, como falhas no cadastro de usuários e um grande volume de autuações, o que levou o governo de São Paulo a rever a estratégia de expansão.
Por conta disso, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP) confirmou que 12 trechos estaduais inicialmente previstos para receber o free flow foram retirados do cronograma.
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Segundo o órgão, a decisão reflete dois pontos principais: a necessidade de atualizar os contratos de concessão, que ainda seguem regras pensadas para o pedágio tradicional, e o baixo número de motoristas cadastrados na nova plataforma digital — fator que reduziu a arrecadação projetada para o sistema.

Algumas rodovias paulistas, que já contavam com um cronograma de implantação, tiveram o funcionamento dos pedágios free flow revogados. Confira:
Com o recuo, o único ponto onde o modelo segue ativo é o trecho da Rio–Santos em Ubatuba, administrado pela Ecovias Litoral Norte, onde o valor da tarifa varia conforme o percurso, ficando em média entre R$ 2,50 e R$ 4,50. Motoristas que utilizam esse trecho devem manter atenção ao registro da placa: veículos não cadastrados podem ter a cobrança gerada automaticamente ou receber multa por evasão.
Apesar da pausa em parte da implantação, o governo paulista afirma que o free flow continuará sendo o formato-padrão nas próximas concessões rodoviárias, com ajustes técnicos e regulatórios antes de uma nova fase de expansão.
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