15 jogos mais polêmicos já lançados para consoles

15 jogos mais polêmicos já lançados para consoles – Canaltech

A presença de jogos polêmicos sempre foi uma constante na indústria, com a participação de vários estúdios que decidem “medir a temperatura” e ver qual é o limite do público e das plataformas.

Porém, tem alguns games que são mais controversos do que outros. Enquanto vemos títulos como Dead Space que apelam para “violência demais”, temos experiências de cunho sexual, exposição excessiva a sangue e palavrões para todos os lados. 

Para te mostrar quais são os maiores destaques desta infame categoria, o Canaltech lista os 15 jogos mais polêmicos já lançados para os consoles. Quem nunca se aventurou em um deles (e pode ter se arrependido profundamente)?


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15. Call of Duty: Modern Warfare 2

Você se lembra da missão “No Russian”, de Call of Duty: Modern Warfare 2 (2009)? Isso virou uma controvérsia das grandes para a Activision, que mostrou um verdadeiro massacre dentro de um aeroporto — e executado pelos jogadores, o que agravou o problema.

A confusão foi tanta que a produtora teve de incluir a opção de “pular a cena” e avisos prévios, caso o público não se sentisse confortável em atirar em civis (mesmo sem a obrigatoriedade disso). Não satisfeita com os problemas, a companhia recriou a missão de forma idêntica em seu remake no ano de 2020.

14. E.T. The Extra Terrestrial

Nem só de apelos excessivos vivem as polêmicas dos jogos e E.T. The Extra Terrestrial (1982) foi um grande exemplo de como não lançar um game. O objetivo era pegar a onda do filme e lançar uma experiência licenciada que atendesse aos fãs. O resultado: uma obra mal-acabada e que apresentava falhas absurdas.

Em resumo, o projeto foi lançado literalmente injogável. Muitos reclamaram dos bugs, problemas de gameplay e de como a obra não adaptava com fidelidade os eventos do longa-metragem. E o que a Atari fez? Pegou diversos cartuchos e os enterrou no deserto do Novo México — Estados Unidos. 

13. Lethal Enforcers

Lançado no Mega Drive e Super Nintendo, Lethal Enforcers (1992) ganhou um grande destaque por apresentar gráficos realistas com ações violentas. Com uma cidade inteira tomada pelo crime, cabe a você “descer bala” nos bandidos com um visual próximo ao real (naquela época, ao menos).

Isso tudo não foi recebido nada bem pelo Governo dos Estados Unidos, que levou senadores a discutirem o seu lançamento e até a presença de censura — na versão de SNES, que não é novidade alguma. Ele precisou ser removido das lojas e, junto a outros títulos, deu início à regulação da classificação indicativa.

12. BMX XXX

Executar manobras maneiras e ganhar o agito da torcida sempre foi o objetivo do ciclismo esportivo, mas o que BMX XXX (2002) fez foi tentar apelar para outras formas de atrair o público. E a selecionada foi botar atletas com um biquíni minúsculo para fazer poses “sugestivas” em suas bikes.

Para ter uma noção, a própria Sony pediu para o estúdio aplicar censura de vários modos para o título ser aprovado no PlayStation 2. Mesmo assim, o título foi altamente criticado pelo público e pela imprensa, que não estavam nada satisfeitas com a ideia dos desenvolvedores. 

11. Bully

Imagine um GTA com jovens estudantes? É exatamente a proposta de Bully (2006), projeto da Rockstar que alugou um verdadeiro triplex na cabeça de pais e responsáveis. O jogo se tornou polêmico por mostrar crianças em situação de agressão, ameaças e várias coisas que muitos não querem que os filhos passem perto.

A comoção foi tanta que o título chegou a ter sua venda proibida em vários países, inclusive no Brasil. Mesmo que a pirataria tenha popularizado a experiência para os fãs, ele só voltou a ser comercializado no nosso país 10 anos depois — em 2016. 

10. Carmageddon

O game Carmageddon (1997) tinha uma ideia bem curiosa e que não seria possível escapar de polêmicas: de 0 a 10, em qual grau a ideia de ganhar pontos ao atropelar pedestres seria aceitável na sociedade? Pois é, o suficiente para ele ser banido de vários países — inclusive no Brasil. 

Além de uma tarefa sangrenta, os jogadores também eram “premiados” por causar acidentes de trânsito e provocar caos social. Nessa época já existia a Classificação Indicativa em nosso território, para você ver que ele ultrapassava até os limites aceitáveis de nossa regulamentação.

9. Kakuto Chojin: Back Alley Brutal

Para impulsionar o primeiro Xbox no mercado, a Microsoft ajudou a produzir um jogo de luta chamado Kakuto Chojin: Back Alley Brutal (2002) — uma experiência 3D que serviria para bater de frente com sucessos como a franquia Tekken e Dead or Alive. Nesse quesito, a Microsoft entregou um título competente, mas o erro estava escondido na trilha sonora 

O lutador Asad tinha, em seu tema, uma música que ofendia a religião islâmica e proferia vários insultos ao alcorão. Eles lançaram o game apenas nos Estados Unidos, com a torcida de que “ninguém entenderia”, mas a lambança já estava feita. Para ter uma ideia, tiveram até de destruir as cópias não-vendidas para ele sumir do mapa. 

8. Dead or Alive Xtreme Beach Volleyball

Por falar em Dead or Alive, não é novidade para ninguém que a franquia se destaca pelas moças em trajes sugestivos e poses forçadas. Agora me diz o que acontece quando chega Dead or Alive Xtreme Beach Volleyball (2003), com as moças basicamente só de biquínis minúsculos? Exatamente, debates e polêmicas.

No entanto, isso não impediu a Koei Tecmo de manter o spin-off que “abala estruturas”, porém exclusivamente no Japão. Claro, nele não vemos luta — apenas partidas de vôlei, com pulos e celebrações nada ortodoxas para as personagens principais. 

7. Postal

O jogo Postal (1997) tem uma reputação bem dúbia dentro do mercado, pelo seu debate raso e bem distorcido sobre doenças mentais. Na experiência, se controla um homem que sai de sua casa e precisa atirar em vizinhos e autoridades por acreditar que todos estão infectados por um vírus que as faz agirem violentamente. 

A trama fica ainda mais confusa a partir disso, já que o personagem central acredita que tudo está relacionado à base das Forças Aéreas dos Estados Unidos. Ou seja, atire em vizinhos e em locais públicos até ser detido pelos militares. Polêmico é pouco, mas isso sequer impediu seu criador — que trouxe uma versão “Redux” em 2016. 

6. Conker’s Bad Fur Day

Na era de ouro do Nintendo 64 e PS1, muito se associava seus mascotes a crianças e experiências infantis. Até surgir Conker’s Bad Fur Day (2001), da Rare, que colocou o fofo esquilo para falar obscenidades, fumar e diversas referências a temas adultos — nos quais seus filhos deviam ficar bem distantes, diga-se de passagem.

Não está escrito quantos pais compraram o jogo e descobriram depois o real significado dele, o que gerou um certo alvoroço entre os fãs que vieram de Donkey Kong Country e Banjo-Kazooie, os dois games anteriores deste renomado estúdio. 

5. Duke Nukem

Não bastasse o machismo, diálogos que poderiam jogar qualquer um que repita na cadeia e vários outros problemas estruturais de Duke Nukem (1991), o que mais se tornou polêmico foi outro aspecto: uma sequência de tiro em meio a um cinema.

O que os desenvolvedores nem os fãs esperavam é que uma pessoa replicasse o momento na vida real, o que resultou em um tiroteio no Brasil. Depois disso, o game que traz o mesmo estilo de Doom foi banido e provocou um grande debate em TVs, jornais e outros veículos midiáticos sobre a violência nos games.

4. Manhunt

Já reparou que a Rockstar sempre volta a aparecer aqui e ali? Enquanto GTA e Bully causavam confusões pela proximidade com o mundo real, Manhunt (2001) foi além e trouxe uma abordagem ainda mais violenta para o terror. Muitos afirmam que nele não há sequer desafios, apenas o objetivo de matar seus adversários. 

O título stealth te colocava para sobreviver contra “caçadores”, membros de gangue que desejam a recompensa que existe pela sua cabeça. Porém, isso foi “demais” para muita gente e até mesmo o time de desenvolvimento revelou que se sentiu “desconfortável” durante a sua produção. 

3. GTA: San Andreas

Grand Theft Auto sempre chamou a atenção dos fãs, mas GTA: San Andreas (2004) foi um verdadeiro sucesso no PS2. Mesmo a sua violência habitual, liberdade para fazer o que quisesse e explorar aventuras em boates e outros lugares do gênero, até aí “estava tudo bem”, mas tudo mudou com a descoberta do Hot Coffee.

Existia um modo bloqueado, que permitia a CJ ter relações bem explícitas com mulheres. Quando modders acharam a brecha que o acionava, o game imediatamente teve sua classificação indicativa alterada, vendas foram proibidas para menores de 21 anos e ele foi banido em vários países — como a Austrália. 

2. Custer’s Revenge

E quem disse que todas as polêmicas se concentram há poucas gerações? Custer’s Revenge (1983) chegou ao Atari com uma premissa bem curiosa e que muitos acham “pesado” até hoje: você é um cowboy que deve escapar dos ataques inimigos para ter relações com uma índia amarrada.

Ainda que na caixa tenha as instruções de que era uma experiência adulta, isso não impediu muitos de acharam de mal gosto o game chegar à plataforma e ser vendido — principalmente quando se leva em conta que, naquela época, os videogames eram vistos majoritariamente como produtos infantis.

Imagem de Custer's Revenge
Custer’s Revenge era o ápice do que não trazer para um game (Imagem: Reprodução/Atari)

1. Mortal Kombat

Mortal Kombat (1992) é uma franquia essencialmente polêmica, por trazer ainda nos seus primeiros games, lançados no Super Nintendo e Mega Drive, visuais realistas, sangue, membros decepados e uma brutalidade para a qual sequer existiam precedentes.

Além de ser um dos principais motores que impulsionou a criação da classificação indicativa nos jogos, o que gerou um debate enorme na sociedade, também esteve no meio de uma guerra. Afinal de contas, a versão de Mega Drive não tinha censura e, a de SNES, possuía. Isso criou uma distância muito grande entre as abordagens e jogou mais lenha na fogueira entre as duas. 

Polêmicas nos jogos

Enquanto todos esses games chegaram aos consoles de mesa, existiram muitas outras polêmicas no universo dos fliperamas — que nos anos 1980 e 1990, tinham uma força expressiva neste mercado, como é o caso de Death Race, o primeiro a gerar o debate sobre a violência nesta mídia.

Já entre os 15 títulos que encontrava diretamente nos videogames (ou também neles), estão:

  1. Mortal Kombat
  2. Custer’s Revenge
  3. GTA: San Andreas
  4. Manhunt
  5. Duke Nukem
  6. Conker’s Bad Fur Day
  7. Postal
  8. Dead or Alive Xtreme Beach Volleyball
  9. Kakuto Chojin: Back Alley Brutal
  10. Carmageddon
  11. Bully
  12. BMX XXX
  13. Lethal Enforcers
  14. E.T. The Extraterrestrial
  15. Call of Duty: Modern Warfare 2

Leia a matéria no Canaltech.

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