Saylor quebra a narrativa de ‘Nunca vender’ com observação chocante de saída do Bitcoin

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Michael Saylor, da Strategy, sugeriu algo que poucos esperavam ouvir dele: que sua empresa poderia realmente vender alguns de seus Bitcoins. Não por desespero, mas como um sinal calculado para o mercado.

Uma mensagem, não um colapso

Falando durante a teleconferência de resultados do primeiro trimestre da empresa na terça-feira, Saylor disse que a Strategy poderia vender uma parte de suas participações para financiar um dividendo – principalmente para provar um ponto.

“Provavelmente venderemos algum Bitcoin para financiar dividendos, apenas para inocular o mercado, apenas para enviar a mensagem de que fizemos isso”, disse ele.

A ideia, como disse Saylor, é mostrar aos investidores que a empresa está estável, que o Bitcoin está bem e que o mundo não desmoronou.

Isso marca uma mudança brusca em relação à posição que ele manteve recentemente, em fevereiro, quando disse à CNBC que a Strategy iria “comprar Bitcoin a cada trimestre para sempre”.

Na época, ele também disse que a empresa poderia resistir a uma queda de preço para até US$ 8 mil sem ser forçada a vender qualquer uma de suas participações para cobrir dívidas.

Estratégia agora detém 818.334 Bitcoins, avaliados em cerca de US$ 66,7 bilhões. Isso depende muito de um único ativo.

Grande perda, contexto maior

A teleconferência de resultados veio depois que a Strategy postou um Prejuízo líquido de US$ 12,5 bilhões para o primeiro trimestre. A maior parte dessa perda estava ligada a quedas não realizadas no valor de suas participações em Bitcoin, que caíram 23,5% durante o trimestre.

O mercado reagiu rapidamente – as ações da MSTR caíram 4,33% nas negociações após o expediente, fechando a US$ 178,80.

BTCUSD agora sendo negociado a US$ 82.792. Gráfico: Visualização de Negociação

Mesmo assim, Saylor continua focado no jogo longo. A Strategy tem financiado suas compras de Bitcoin por meio de ofertas de ações preferenciais que pagam dividendos, incluindo uma chamada Stretch, ticker STRC.

Os relatórios indicam que o Stretch carrega um dividendo mensal de 11% e ajudou a financiar grande parte dos 145.834 Bitcoins que a empresa adquiriu somente neste ano.

Saylor disse que deseja que o Stretch se torne o maior instrumento de crédito do mundo, argumentando que o crescimento dos ativos sob gestão atrairá mais liquidez e uma adoção mais ampla.

Vários protocolos financeiros descentralizados focados em Bitcoin – incluindo Pendle e Saturn – já começaram a tokenizar os dividendos do Stretch, permitindo que sejam negociados no mercado aberto.

Neobanks e o impulso do crédito Bitcoin

Saylor também está de olho em uma nova fronteira: contas de rendimento digital apoiadas em Bitcoin, oferecidas por meio de neobancos. Ele disse que espera que essas contas possam oferecer retornos de até 8%, o que, segundo ele, superaria a maioria das ofertas de stablecoin.

De acordo com Saylor, cerca de três dúzias de iniciativas no espaço de crédito Bitcoin surgiram apenas nos últimos dois a três meses.

Imagem em destaque da Shutterstock, gráfico do TradingView

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