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Celulares com câmeras macro costumam ser um tema de discussões acaloradas, já que muitas vezes o recurso serve apenas como um “penduricalho” com componentes de baixa qualidade. No entanto, em alguns modelos, a funcionalidade pode estar escondida juntamente com a lente ultrawide, conseguindo resultados mais satisfatórios.
Embora seja uma opção menos popular que as lentes ultrawide e teleobjetiva, a macro pode ser uma alternativa bastante útil para tirar fotos bem de perto com máximo detalhe. Afinal, sua reduzida distância focal permite ajustar o foco para elementos muito próximos, como flores, insetos e outros.
Portanto, é uma opção perfeita para capturar momentos em ângulos que provavelmente poucas pessoas exploraram até então. Uma ótima oportunidade para chamar a atenção de forma criativa.
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No entanto, é preciso estar atento: para os celulares que possuem macro dedicada, com sua própria lente, os resultados costumam ser fracos. Isso acontece porque os conjuntos ópticos são muito simples, com sensores de apenas 2 ou 5 MP, por exemplo.

Por outro lado, os modelos que integram a macro à câmera ultrawide costumam ser opções mais legais, com sensores que já receberam mais “atenção” por parte das marcas.
Isso se une aos altos ângulos de visão, que permitem aproximar o aparelho a uma distância de poucos centímetros do elemento fotografado, sem “cortar” no enquadramento.
Alguns celulares que possuem câmera macro integrada à ultrawide incluem o iPhone 17 Pro, que usa o sensor de 48 MP do smartphone.
No entanto, a funcionalidade também pode ser aproveitada no universo Android, com modelos como o Galaxy S25 Ultra (50 MP) ou o Motorola Edge 60 Pro (50 MP).
Quando a macro está na ultrawide, a sua ativação pode não aparecer de forma imediata. Na maioria dos casos, é preciso aproximar o dispositivo do elemento enquadrado para que a opção apareça na tela.
Essa modalidade costuma aparecer por meio de um ícone específico no canto da tela. Ao pressioná-lo, a câmera macro deve ser ativada — geralmente, com uma percepção imediata de melhora no foco.
Para tirar uma foto macro mais bonita, é possível seguir algumas dicas simples:
Para celulares mais simples, o principal problema da câmera macro dedicada é a sua real utilidade.
Afinal, até hoje é muito comum que empresas coloquem uma câmera dessas para destacar que o conjunto óptico tem uma lente traseira a mais que os rivais. No entanto, quantidade não significa qualidade.

Câmeras macro de 2 MP ou 5 MP devem ser evitadas, já que a chance de elas entregarem um resultado satisfatório é praticamente nula em 2025.
Nesses casos, é bem comum que as outras lentes entreguem resultados melhores, mesmo que não tenham sido desenvolvidas para as distâncias curtas.
Isso não ocorre apenas pela resolução mais baixa. Afinal, a economia das marcas também se reflete em uma câmera com abertura menor e sensor mais simples — na prática, é bem comum que essas macro mostrem cores pálidas, além de erros grosseiros de iluminação e nitidez duvidosa.
Leia a matéria no Canaltech.