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Montar uma cozinha totalmente conectada somente com produtos da Xiaomi já é possível. A fabricante chinesa conta com um catálogo interessante de produtos, especialmente para aqueles que estiverem dispostos a importá-los.
Para descobrir quanto custa montar uma cozinha inteligente “da Xiaomi”, montamos uma lista de compras considerando itens disponíveis oficialmente e também produtos vendidos por importadores. Confira:
O produto mais fácil de encontrar oficialmente é a Mi Smart Air Fryer 3.5L, vendida no Brasil por lojas oficiais e parceiros. O preço médio é de R$ 1.299 – valor relativamente alto, mas ainda acessível para sua proposta.
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Esse modelo oferece conectividade Wi-Fi, controle por aplicativo e funções extras como desidratar alimentos e fazer iogurte. Além disso, permite programar receitas remotamente, sendo um dos pilares de uma cozinha conectada.

A Xiaomi também possui purificadores da linha Mijia, como o Xiaomi Mijia Water Purifier 600G, bastante popular no exterior. O preço médio no Brasil via importação fica entre R$ 1.800 e R$ 3.000 – bem acima de outros purificadores disponíveis no mercado nacional.
Esses modelos utilizam filtragem por osmose reversa e podem ser monitorados via app, indicando a vida útil dos filtros e o consumo de água. No entanto, exigem adaptações na instalação e podem não ter suporte oficial no país.
A Xiaomi também fabrica geladeiras inteligentes na linha Mijia, como a Mijia Smart Refrigerator. Esse já é um produto mais “exclusivo”, pois não está disponível oficialmente no Brasil e sairia bem caro, somado aos impostos de importação.
O preço médio via importação pode chegar à casa dos R$ 10.000, um valor bem elevado, mas ainda condizente com um produto premium. Esses modelos trazem telas digitais, controle de temperatura via app e integração com o ecossistema da marca.
Porém, importar uma geladeira envolve custos logísticos altos, além de possíveis incompatibilidades com tensão elétrica e assistência técnica. Dito isso, essa não é uma opção viável para o consumidor médio.

Somando os itens principais, temos um cenário aproximado:
Esse valor pode variar bastante dependendo do câmbio, frete e impostos, no caso de produtos importados.
A ideia de uma cozinha 100% conectada é interessante, mas ainda enfrenta limitações no mercado brasileiro. O principal ponto é a disponibilidade.
Enquanto a air fryer já está consolidada por aqui, outros produtos dependem de importação, o que traz desafios como garantia limitada, suporte técnico inexistente e possíveis incompatibilidades.
Por outro lado, inegável que a proposta de criar um ecossistema integrado, onde todos os dispositivos se comunicam pelo mesmo aplicativo, é bem atraente. Isso permite, por exemplo, programar a air fryer, monitorar o purificador e controlar outros eletrodomésticos de forma centralizada.
Hoje, o consumidor brasileiro já pode usufruir das vantagens de uma air fryer da Xiaomi, mas não pode ter uma cozinha totalmente integrada como em outros países. No Brasil, a tendência é que esse ecossistema cresça aos poucos — começando por produtos mais acessíveis até chegar a uma integração total no futuro.
Leia a matéria no Canaltech.

