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No universo automotivo, certas “dicas” se perpetuam de geração em geração — mas nem todas são verdadeiras. Regras antigas, mitos populares e informações transmitidas de forma incompleta podem levar motoristas a adotar práticas que não fazem mais sentido.
Assim como em outros setores, o mercado automotivo evoluiu ao longo dos anos e as fabricantes incorporaram muitas tecnologias aos veículos, deixando para trás práticas comuns entre proprietários.
O CT Auto separou cinco mentiras que se contam sobre o seu carro. Confira:
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A cena é comum: motoristas ligam o carro e deixam o motor funcionando por vários minutos antes de sair. Essa prática ainda pode fazer sentido em veículos antigos, mas carros mais modernos, equipados com injeção eletrônica, não necessitam desse ritual.
Ao ligar o veículo, basta aguardar alguns segundos para que o óleo circule e, em seguida, partir normalmente. Deixar o carro ligado enquanto parado consome combustível desnecessariamente e aumenta as emissões de poluentes.

Um hodômetro baixo pode enganar. Mais importante do que quantos quilômetros o carro rodou é a forma como ele foi usado e mantido.
Veículos que passam longos períodos parados podem apresentar problemas em mangueiras, bateria e pneus. Já carros com quilometragem alta, mas com as revisões em dia, podem estar em excelente estado.
Portanto, ao procurar um carro usado, não considere apenas o hodômetro — ele também pode ter sido adulterado. Avalie o veículo por completo para identificar possíveis problemas.

Muita gente acredita que, por causa da tecnologia atual, não é mais necessário “amaciar” o motor de um carro novo. Embora os componentes modernos venham mais bem ajustados de fábrica, os fabricantes ainda recomendam cuidados nos primeiros quilômetros, descritos no manual.
Entre as orientações mais comuns estão evitar acelerações bruscas, manter o giro do motor em faixas moderadas e respeitar os intervalos de troca de óleo. Essas práticas ajudam a prolongar a vida útil do veículo.

Outro mito é que as transmissões automáticas são “seladas para a vida toda”. Embora alguns modelos utilizem óleo de longa duração, todas as transmissões se beneficiam de inspeções periódicas e, em muitos casos, da substituição do fluido conforme indicado no manual. Ignorar essa recomendação pode causar falhas de custo elevado.
A periodicidade das trocas e da manutenção do câmbio automático varia conforme o fabricante. Por isso, é importante consultar o manual do proprietário para saber os intervalos recomendados.

Modelos da Toyota, Honda e Nissan tornaram-se famosos por sua robustez e menor incidência de problemas, mas isso não os torna imunes à manutenção. Todo carro precisa de cuidados, independentemente da marca.
Troca de filtros, alinhamento, calibragem dos pneus e revisões preventivas são essenciais para manter desempenho e segurança. Nenhum veículo está imune a problemas mecânicos.
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