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O presidente da Acer para as Américas, Germano Couy, confirmou ao Podcast Canaltech deste sábado (25) que a empresa deve lançar novos modelos da linha Nitro em até 60 dias, possivelmente na virada do terceiro trimestre, e que os primeiros notebooks com os processadores Intel Wildcat Lake chegam ao país ainda no segundo semestre de 2026.
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A entrevista foi concedida durante a IEM Rio 2026, evento de esportes eletrônicos realizado no Rio de Janeiro do qual a Acer é patrocinadora global.
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A linha Wildcat Lake, processadores que a Intel lançou oficialmente em 16 de abril de 2026 sob o nome Core Series 3, é voltada para o segmento de entrada e oferece até 40 TOPS de desempenho em inteligência artificial (IA). A fabricante tem mais de 70 designs de notebooks previstos com esses chips por parte de parceiros.
No portfólio da Acer para o Brasil, a linha incluirá modelos que vão do Core i3 ao Core Ultra 7.
“Você vai ter desde Core i3 até Core Ultra 5 e Core Ultra 7. Haverá uma linha completa dessa família Wildcat, com poder computacional e também com um preço mais competitivo do que os flagships”, afirmou Couy.
Antes dos lançamentos Wildcat Lake, a Acer deve reforçar presença no segmento intermediário com novos modelos da linha Nitro. A marca acumula mais de 50% de participação no mercado de notebooks gamers no Brasil, posição sustentada por dados de mercado independentes que apontam para cerca de 58% de market share nessa categoria ao longo dos últimos cinco anos, segundo o Brazil Economy.
A chegada dos Nitro representa, segundo Couy, uma estratégia para levar esse nível de configuração gráfica e de CPU para uma faixa de preço mais acessível.
No campo da IA, Couy reconhece que a entrega prática ainda depende dos aplicativos que o usuário escolhe, e cita como exemplos concretos a melhora de qualidade em videochamadas, o cancelamento de ruído e o aprimoramento de imagens em tempo real, recursos já integrados aos notebooks atuais da marca.
A pressão sobre os preços é um ponto de atenção no mercado. Couy atribui parte dessa alta ao aumento da demanda global por componentes como memória, CPUs e GPUs impulsionado pelos data centers de IA, demanda que, segundo ele, a cadeia de produção ainda não conseguiu absorver completamente.
Como resposta, a empresa aposta em parcelamento estendido em canais online e no varejo físico, além de combinar acessórios e softwares nos pacotes de venda como forma de agregar valor sem elevar o preço do hardware.
Leia a matéria no Canaltech.