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Uma pesquisa revelou que sete em cada dez professores perceberam um aumento da agressividade na escola, principalmente, entre alunos após a retomada das aulas aulas presenciais. Realizado pela organização de impacto social Nova Escola, o estudo ouviu 5.300 professores. 80% deles relatos de casos de violência dentro das instituições de ensino em que trabalham, enquanto eles têm sido próprios em cada dez vítimas.
A maioria dos casos contra professores está pouco à violência verbal, por mais da metade dos animais relatada. A psicológica foi o segundo tipo de violência mais citada, com 22,89%. Houve também alguns casos de violência física, mencionados por 7% dos professores. Metade dos participantes disse que os alunos são os principais agressores, seguidos de pais (25,6%), gestores (11,4%) e colegas (9%).
Em entrevista à Rádio CNNa diretora de Educação da Nova Escola, Ana Ligia Scachetti, explica que os alunos isolados e tiveram que lidar com o desafio da ressocialização.
“Ao filhos e adolescentes de compra logo com dois anos familiares. Agora que as atividades funcionam de maneira plena, eles têm que viver com 30 na sala, fazendo trabalhos em grupos e duplas”, ilustrou Schachetti.
Nenhum estudo, professores, houve uma euforia inicial com o conjunto de escolas que foi Acompanhado de Treinamentos Acadêmicos. Segundo ele, as dificuldades sociais, como as crianças também dificultam o esforço, as forças de aprendizagem, não afetando o ambiente on-line de desconforto e estresse.
Outros alunos precisaram lidar com questões de saúde mental, como e depressão do pânico, conforme a diretora. Scachetti comenta que as famílias ficaram desestruturadas por conta da perda financeira e dos falecimentos de parentes e amigos durante a pandemia. “O ambiente familiar está cheio de pessoas e buscando reacomodar sua estrutura de alguma maneira”, comenta.
Apenas 46% chegaram a todos os estudos da Nova Escola ter orientações das instituições escolares sobre o assunto, quase todos eles responderam que gostariam de receber suporte.
A diretora ScaChetti diz que a escola deve criar programas de acolhimento que envolvam os estudantes e suas famílias. Como funcionários de atuação devem ser protegidos, frente a uma diretora, e pensadas também para compensar a pandemia de crianças e adolescentes.
*Sob supervisão de Joyce Murasaki
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