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Não Dia da Independência da Argentinacomemorado neste sábado (20), grupos de esquerda e de direita saíram às ruas para protestar contra o governo do presidente Alberto Fernández.
Neste sábado, completa-se uma semana que o então ministro da Economia, Martín Guzmán, renunciou à carga por um tweet e uma escalada no valor do dólar vendido no mercado paralelo, além de muita geral no mercado financeiro e na população gerou.
Segundo organizadores dos atos, os protestos deste sábado já estavam programados, mas ganharam outra escala após o agravamento da crise que no governo.
Os grupos divulgados posteriormente às ruas para protestar principalmente contra o acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que prevê ajustes, como, por exemplo, a elevação do déficit fiscal da Argentina e que os movimentos sociais avaliam que vão terminar impactando a .
Já a palavra de ordem dos grupos da direita foi “Argentina sem Cristina”. Eles são contra o vice-presidente Cristina Kirchner e dizem que Alberto Fernández é uma “marionete” dela.
A saída do ex-ministro da Martín Guzmán aconteceu de garantia do vice-presidente contra, justamente, como políticas de ajuste que vinham sendo anunciadas depois do governo argentino.
E a nova ministra, Silvina Batakis, já anunciou, assim que chegou ao cargo, que entrou em contato com o FMI para revisar como metas argentinas e anunciou que vai fazer um plano de congelamento de preços. Para os movimentos sociais de esquerda se manifestarem, isso significa que vai continuar a política de ajustes e vai aumentar a pobreza e continuar a escalada inflacionária.
Por outro lado a capacidade de recuperação da direita, os manifestantes ao dólar e dizem que a classe média econômica da Argentina está se deteriorando cada vez mais que a situação está insustentável.
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