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“O CV e o PCC estão entre as organizações criminosas mais violentas do Brasil”, disse o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, em comunicado à imprensa, ao justificar a classificação de ambas como organizações terroristas.
A decisão anunciada dias após a visita do senador Flávio Bolsonaro à Casa Branca deu nova pauta à pré-candidatura dele, como Fabio MuraKawa analisa na nota de abertura, mas também gera incertezas sobre como os Estados Unidos devem atuar daqui em diante.
Enquanto isso, no Senado, o governo Lula corre para tentar aprovar o fim da escala 6×1 a tempo de os eleitores colherem benefícios antes de votarem. Depende, mais uma vez, da boa vontade de Davi Alcolumbre.
E no caso das “bondades” com impacto fiscal, técnicos de diferentes órgãos têm alertado sobre o risco de atalhos como ignorar Análises de Impacto Regulatório, Fábio Pupo revela na nota 3.
Boa leitura e bom fim de semana.
O PONTO CENTRAL
1. Tramas de interesses
A classificação do Comando Vermelho e do PCC como organizações terroristas ajuda a oxigenar a candidatura de Flávio Bolsonaro após os estragos causados pela relação do senador com Daniel Vorcaro, Fabio MuraKawa analisa no JOTA PRO Poder.
Ao mesmo tempo, deixa Lula em situação delicada para se contrapor a uma medida que, em um primeiro momento, tende a angariar apoio entre o eleitorado exaurido pela criminalidade.
Por que importa: O anúncio serviu como demonstração inequívoca dos canais abertos pelo clã Bolsonaro em setores do governo americano, mais notadamente o Departamento de Estado e a Vice-Presidência, comandados por Marco Rubio e J. D. Vance.
Também deu um ar de efetividade à estadia do Flávio nos Estados Unidos, algo que vai além da foto conseguida por Lula ao lado de Trump após três horas de reunião entre representantes dos dois países.
O encontro dos presidentes, apesar de positivo para Lula, não resultou em nenhum anúncio, acordo ou memorando assinado.
Flávio, por sua vez, conseguiu ao menos acelerar uma medida que já era dada como certa — e que contava com a forte oposição do Planalto.
📊 Panorama: O governo vem fazendo nos últimos meses pesquisas qualitativas para averiguar a percepção do eleitor sobre os Estados Unidos classificarem os grupos criminosos brasileiros como organizações terroristas.
E os resultados agradaram, segundo fontes com quem o JOTA conversou antes e depois do anúncio.
De acordo com os relatos, os entrevistados se mostraram contrários com relação à possibilidade de uma intervenção americana em território brasileiro.
Embora inicialmente alguns apoiassem a nova nomenclatura de “terroristas”, eles imediatamente passaram a demonstrar receio quando confrontados com a hipótese de uma incursão armada ou até mesmo de bombardeios em favelas.
Com base nisso, a pré-campanha de Lula já ensaiava um discurso para se contrapor à defesa da medida feita pelo bolsonarismo.
A ideia era trabalhar o medo captado nas pesquisas qualitativas e usá-lo como trunfo eleitoral, realçando a subserviência do bolsonarismo a Trump.
Sim, mas… Com o anúncio já feito e a nova classificação em vigor a partir de 5 de junho, o quadro mudou.
Enquanto não houver uma consequência direta, o anúncio de Rubio tende a ser visto como uma ação efetiva contra esses grupos.
🔮 O que observar: O governo ainda aposta que sua visão sobre soberania prevalecerá no debate, reforçando a visão de que o bolsonarismo é submisso aos Estados Unidos de Trump.
Mas seria muito mais fácil encontrar um discurso contra a medida anunciada por Rubio enquanto ela estava somente no campo das ideias.
Agora, até que as tropas do Tio Sam invadam a Baía da Guanabara ou caia a primeira bomba sobre uma favela brasileira, Lula terá que ser muito hábil para criticar a classificação de CV e PCC como grupos terroristas sem parecer que está defendendo bandido.
A medida pode ainda afetar os interesses da Faria Lima, e as consequências, nesse caso, são mais imprevisíveis.
A íntegra da análise de Vivian Oswald sobre o tema, que resumimos na edição de ontem (28) e foi enviada aos assinantes JOTA PRO Poder na Risco Político de quarta-feira (27), agora está disponível no site.
Aliás… A tramitação do projeto que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PL 2.780/24) levou para o Senado a frente de pressão do setor mineral contra o modelo de governança aprovado pela Câmara, Larissa Fafá escreve no JOTA PRO Poder.
Em audiência na Comissão de Infraestrutura, na quarta (27), representantes do setor privado e do governo convergiram na defesa de uma política nacional, mas o desenho do conselho com poderes sobre transações societárias virou o principal foco de preocupação.
O alerta mais direto veio da Associação de Minerais Críticos, que classificou como “anomalia institucional e jurídica” a proposta de criação do Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos, previsto no texto aprovado na Câmara.
O projeto tramita no Senado ainda sem relatoria, mas com pretendentes como Wilder Morais, que afirmou durante a audiência pretender discutir alterações no modelo.
UMA MENSAGEM DA INDÚSTRIA BRASILEIRA (CNI, SESI, SENAI, IEL)
CNI lança agenda empresarial para a COP31
Crédito: Divulgação/CNI
Na próxima segunda-feira (1º/6), a CNI (Confederação Nacional da Indústria) promove o evento “Liderança Empresarial pelo Futuro do Clima | COP31”, no Rio de Janeiro. Integrado à Rio Nature and Climate Week, o encontro marca o início da mobilização do setor privado para a Conferência, prevista para novembro, na Turquia.
O evento reunirá lideranças, governo e especialistas para debater soluções climáticas e a economia de baixo carbono, além de apresentar as estratégias da CNI para a COP31.
Adicionalmente, a iniciativa dará continuidade à Sustainable Business COP (SB COP), iniciativa que já alcançou mais de 40 milhões de empresas em 60 países e reuniu mais de 600 casos de sucesso para acelerar o alcance das metas climáticas e fortalecer a participação das empresas nas negociações globais.
2. Nas mãos dele
Legenda / Crédito: Carlos Moura/Agência Senado
A PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 não vai tramitar no Senado com a mesma celeridade que teve na Câmara, Maria Eduarda Portela e Marianna Holanda escrevem no JOTA PRO Poder.
Havia temor entre governistas de que Davi Alcolumbre pudesse segurar a PEC, mas ele sinalizou a interlocutores que dará andamento, ainda que sem pressa.
Sim, mas… O mal-estar com Lula permanece.
Nesse contexto, há a avaliação de que Alcolumbre pode não querer dar essa vitória ao petista, sobretudo se as novas regras entrarem em vigor antes da eleição.
O senador tem evitado comentar em público a relação com o presidente.
👷 Panorama: Entre senadores, há a leitura de que a proposta foi feita no afogadilho e de que o Senado precisa ajustar alguns trechos para deixar sua digital no texto.
Uma queixa frequente é que a Câmara demora para analisar matérias, mas cobra celeridade quando elas chegam ao Salão Azul.
O calendário é apertado: para que as novas regras tenham efeito antes da eleição de outubro, a proposta teria cerca de um mês e meio para ser analisada e votada antes do recesso de 15 de julho.
Deste modo, junho passa a ser considerado a última janela viável para a matéria avançar antes do segundo semestre.
⏩ Pela frente: A previsão é de que a proposta seja analisada pela CCJ, mas parlamentares já falam na possibilidade de o texto passar também pela Comissão de Assuntos Econômicos — o que atrasaria ainda mais a promulgação.
O nome para relatar a PEC ainda não foi definido, mas alguns já circulam.
Rodrigo Pacheco é citado como uma possibilidade — seria uma despedida dele da Casa, já que ele é cotado para assumir uma cadeira no Tribunal de Contas da União.
Outro que também poderia utilizar a proposta como despedida é o senador Paulo Paim, que se colocou à disposição.
Nos bastidores, parlamentares avaliam a escolha do petista como um sinal político favorável ao avanço do tema, já que esta é uma pauta de seus mandatos desde a Constituinte.
Outro petista, Rogério Carvalho, também trabalha para ficar à frente da discussão.
3. ‘Bondades’ express
Lula em evento nesta quinta-feira (28/5) / Crédito: Ricardo Stuckert/Presidência da República
O governo Lula pediu a formulação a toque de caixa de diferentes medidas com impacto eleitoral adotadas neste ano.
E essa pressa fez representantes do Executivo afirmarem não terem tido tempo suficiente e deixarem alertas sobre possíveis ações futuras de órgãos de controle, Fábio Pupo escreve no JOTA PRO Poder.
🔭 Panorama: Os pedidos de urgência abrangeram iniciativas como o Desenrola, a subvenção para combustíveis e o crédito para taxistas e motoristas de aplicativos.
Técnicos fizeram alertas mais contundentes sobre a última proposta, embora a pressão com prazos curtos também tenha marcado as demais medidas, segundo o JOTA apurou.
Ao discutirem a portaria, na tarde em que foi anunciada por Lula em São Paulo, técnicos da Fazenda chamaram atenção para a ausência da AIR (Análise de Impacto Regulatório), exigida por lei desde 2019.
A PGFN fez alerta no mesmo sentido às 19h07.
Em menos de meia hora, às 19h32, a portaria estava assinada por Márcio Elias Rosa, titular do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) e, às 19h58, por Rogério Ceron, ministro da Fazenda interino naquele dia.
Restou a ressalva dos procuradores: “A não elaboração da AIR ou a sua dispensa de forma equivocada (…) atrai a atuação das instâncias de controle, razão pela qual fica registrado o presente alerta”, conforme parecer obtido pelo JOTA.
A AGU, ao analisar a medida, afirmou, entre outros pontos, não ter tido tempo suficiente para avaliar o tema: “Em face da urgência do ato, este órgão jurídico não fez uma análise mais aprofundada em relação à técnica legislativa do ato”, registrou o representante.
No Desenrola, há relatos até entre aliados de Lula de que o programa teve uma tramitação acelerada demais por ordem do presidente — e que isso fez com que o programa fosse lançado no início de maio sem ter condições de funcionar.
Os primeiros dias foram marcados por uma corrida de órgãos do governo e instituições financeiras para adequar os sistemas e começar a renegociação das dívidas da população.
Entre petistas históricos, chegou-se a levantar o receio de que problemas no programa poderiam sair pela culatra e acabar prejudicando a imagem do presidente.
4. Boia salva-bancos
A governadora do DF, Celina Leão, em entrevista coletiva no Supremo nesta quinta (28/5) / Crédito: Rosinei Coutinho/STF
O acerto foi firmado na manhã de ontem (28) após a segunda reunião com o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal.
O magistrado é o relator da ação em que o Distrito Federal questiona o rebaixamento da nota dada pelo Tesouro Nacional sobre a capacidade de pagamento da dívida pública.
A nota mais baixa impede a União de ser avalista de empréstimo dos entes.
Por que importa: Pesou para a pressa o fato de que o BRB vem trabalhando com a data de hoje (29) para apresentar um plano de solução dos problemas de capital e liquidez que vem enfrentando, decorrentes da compra de carteiras do Master com fortes indícios de fraudes.
Em abril, os acionistas do banco distrital aprovaram um aumento de até R$ 8,8 bilhões no capital social da instituição.
Entre os desafios, o banco deixou de apresentar seu balanço, que deveria ter sido publicado no fim de março.
Participaram da reunião a governadora do DF, Celina Leão; o ministro da Fazenda, Dario Durigan; integrantes da Advocacia-Geral da União , do Banco Central e da Procuradoria-Geral da República.
O governo do DF fará um empréstimo junto ao FGC (Fundo Garantidor de Crédito).
A operação terá garantia de fiança oferecida por um sindicato de bancos públicos e privados.
O governo do DF deverá oferecer garantia por meio de verbas do FPE (Fundo de Participação dos Estados) e do FPM (Fundo de Participação dos Municípios).
Não haverá aval da União para a operação.
A União se comprometeu a flexibilizar parâmetros do plano de recuperação fiscal do DF, assim que essa operação for concluída.
O objetivo é viabilizar novas operações de crédito, em um volume maior.
Com os parâmetros atuais, o espaço fiscal disponível para contratação de empréstimos sem garantia da União é de até R$ 961 milhões.
Entre as contrapartidas do GDF à União está um ajuste fiscal, que prevê, por exemplo, a proibição de reajuste de servidores e realização de concurso público e criação de despesa obrigatória.
Também ficou acertado que eventuais valores recuperados nas investigações do caso Master serão usados, prioritariamente, para liquidar a operação de crédito.
5. Corrida de obstáculos
Caiado e Zema na Festa do Peão de Barretos (SP) / Crédito: Gil Leonardi/Governo de Minas Gerais – 25.ago.2025
O ensaio para a formação de uma chapa Caiado–Zema ou Zema–Caiado oferece uma boa solução aritmética para a dupla de ex-governadores,Beto Bombig escreve no JOTA.
Ao menos em tese, a saída juntaria seus índices de intenção e ganharia um pouco mais de musculatura para competir com Lula e Flávio Bolsonaro.
Sim, mas… Os prós dessa composição praticamente se esgotam nessa somatória e no fato inconteste de que os dois pré-candidatos ao Planalto não nutrem nenhuma simpatia pelo presidente petista.
A partir desse ponto, são muitos os obstáculos para essa união.
O primeiro e mais óbvio obstáculo está em saber quem seria o cabeça da chapa e quem ficaria com a vice — nem a matemática consegue dar hoje uma resposta objetiva, pois ambos estão tecnicamente empatados.
Em termos de estrutura, Caiado leva vantagem por estar em um partido muito maior e mais bem assentado.
Porém, há menos coesão ideológica e alinhamento no PSD do que no Novo, que busca, com uma candidatura própria, superar a cláusula de barreira e se afirmar como opção clara da direita antipetista.
Do lado do PSD, a aposta é outra e em sentido contrário: crescer ainda mais, mas sem se atrelar definitivamente a nenhum dos astros que dominam as duas órbitas do espectro político-partidário nacional.
Uma chapa com o Novo e o PSD — que nasceu para não ser nem de esquerda, nem de direita, nem de centro e faz parte da gestão Lula — está longe de ser tão natural quanto dão a entender seus dois pré-candidatos.
Assim, o ensaio da formação de uma chapa Caiado–Zema ou Zema–Caiado é mais um sintoma de um cenário pré-eleitoral ainda muito volátil, faltando pouco mais de dois meses para as convenções.
Somente o apoio formal de Tarcísio de Freitas poderia materializar essa composição, o que parece improvável diante do comprometimento do governador com a família Bolsonaro.
Por ora, a aliança deverá seguir como uma válvula de respiro, quase um devaneio, para um grupo cada vez maior no mundo político e no eleitorado nacional que está cansado de ter de escolher entre Lula e os Bolsonaros.
Aliás… Cláudio Castro confirmou na tarde de ontem (28), em seus perfis nas redes, que vai retirar sua pré-candidatura para “focar completamente” em sua defesa.
JOTINHAS
6. Não existe improbidade culposa e mais
Os ministros do Supremo Tribunal Federal validaram, por unanimidade, dispositivo da Lei de Improbidade Administrativa que estabelece que agentes públicos só podem ser punidos se houver a comprovação de dolo. Dessa forma, ficou fixado que não existe improbidade na modalidade culposa. Este é um dos itens que os ministros julgam sobre a lei — ao todo, são 16 dispositivos questionados no Supremo. O julgamento começou ontem (28) e deve retornar depois de 11 de junho, conforme disse o presidente do STF, Edson Fachin, no término da sessão. Leia mais.
O ministro Gilmar Mendes suspendeu o julgamento que discute alterações feitas na Lei da Ficha Limpa. Entre as mudanças está a contagem do prazo de inelegibilidade de candidatos. Na prática, a norma reduziu o tempo de punição a políticos cassados. A discussão tem impacto direto nas eleições deste ano. Por isso, nos bastidores, alguns ministros avaliam a vista como um impeditivo para que o tema seja discutido. Interlocutores próximos a Mendes afirmam que ele deve devolver a vista antes de julho para não atrapalhar a organização do período eleitoral. Leia mais.
O ministro Cristiano Zanin decidiu manter a competência do Supremo para julgar a denúncia sobre o suposto esquema de venda de sentenças no STJ. Com isso, ele abriu prazo para manifestação dos denunciados. Entre os nomes estão o do ex-chefe de gabinete da ministra Isabel Gallotti, Daimler Alberto de Campos. O ministro também prorroga por mais 60 dias o prazo de conclusão das investigações. No dia anterior, a Procuradoria-Geral da República apresentou denúncia contra nove pessoas. No grupo, estão ex-assessores de gabinetes de ministros do STJ e um empresário apontado como lobista. Leia mais.
O número de pedidos para a realização de pesquisas clínicas em centros brasileiros aumentou 11% de 2024 para 2025, de acordo com o Relatório Anual de Atividades publicado pela Anvisa. Apesar do crescimento, os dados indicam que o mecanismo de reliance — a análise simplificada com base em avaliações de agências regulatórias internacionais — tem sido explorado por menos da metade dos solicitantes. Leia a análise completa de Vilhena Soares.
A ideia da adoção dos descontos silenciados ganha corpo no país. Além de uma discussão no Ministério da Saúde e na indústria, que enxergam na ferramenta uma possibilidade de reduzir o preço de medicamentos vendidos para o SUS, integrantes do TCU e do Supremo passaram a sustentar em público a defesa da discussão sobre o tema, Lígia Formenti escreve no JOTA.
OPINIÃO
7. A (re)indicação de Messias e mais
Ademar Borges de Sousa Filho, secretário-executivo do Ministério da Justiça, e Marcelo Weick Pogliese, secretário especial de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, argumentam que “nem o Regimento Interno [do Senado] nem ato normativo da Mesa Diretora podem vedar, em caráter geral e abstrato, a nova indicação de autoridade previamente rejeitada”, ao analisar se Lula poderia indicar novamente o nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. Leia a íntegra.
José Eduardo Faria, professor titular do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da USP, critica a viagem de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos e “sua absoluta incapacidade, em um mundo cada vez menos multilateral, de lidar com os riscos financeiros, tecnológicos e comerciais decorrentes de um alinhamento político automático em matéria de política externa”. Leia a íntegra.
Em artigo sobre a investigação comercial da Seção 301 aberta pelos Estados Unidos, Gabriel Demetrio Domingues, advogado no BNDES, escreve que “o Pix, na qualidade sistema e arranjo público de pagamento, corresponde a uma infraestrutura pública necessária para garantir a circulação da moeda no âmbito da economia digital, de modo universal, não discriminatório e acessível”. Leia a íntegra.
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