7 eletrônicos que você não deveria comprar usados; entenda o porquê

7 eletrônicos que você não deveria comprar usados; entenda o porquê – Canaltech

O mercado de eletrônicos de segunda mão atrai consumidores que estão em busca de preços mais baixos. O problema é que nem sempre o barato pode valer a pena com itens que podem desagradar. Veja sete dispositivos tecnológicos que não devem entrar na lista de compras de usados.

1. Fones de ouvido intra-auriculares (Buds)

Esse primeiro item é fácil de definir. Afinal, os aparelhos entram em contato íntimo com o corpo, portanto a aquisição de um modelo de segunda mão é um erro. Imagine um fone do tipo buds cheio de cera, suor e bactérias do dono anterior.

A tentativa de limpar a fundo é quase impossível sem danificar os componentes internos. O ideal é evitar problemas dermatológicos e optar por um modelo novo. A sua saúde auditiva e seu dermatologista agradecem.


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Fones de ouvido de segunda mão podem não ser uma alternativa higiênica (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

2. Discos Rígidos – HDDs e SSDs

Dispositivos de armazenamento possuem vida útil com data de validade silenciosa e nem sempre é possível checar a saúde de HDDs e SSDs em uma venda. Os discos rígidos mecânicos (HDDs) sofrem desgaste físico constante, ao passo que os SSDs perdem a capacidade de gravação após um número de ciclos.

Um componente usado, que você não sabe por quantos ciclos passou, pode falhar subitamente e arrastar fotos e documentos importantes para o limbo digital.

Recuperar arquivos perdidos pode sair caro e nem sempre os resultados são garantidos.

Ao comprar SSDs usados é possível correr riscos de aparelhos comprometidos e falsificações (Imagem: Reprodução/xox-lover)

3. Teclados de computador

Teclados de uso diário funcionam como verdadeiros buracos negros para restos de comida (admita, você já comeu em frente ao teclado), isso para não falar da poeira e células mortas da pele.

Além da barreira higiênica, os interruptores sob as teclas possuem uma quantidade finita de cliques, principalmente se o dono anterior tinha a sutileza do Hulk para tocar nas teclas.

Ao adquirir um periférico usado, o consumidor corre o risco de levar botões falhos e um ecossistema indesejado de brinde para a mesa de trabalho. O investimento em um item lacrado evita aborrecimentos diários.

4. Baterias portáteis (Power Banks)

Baterias de íon de lítio degradam quimicamente com o tempo e os sucessivos ciclos de carga. Um power bank usado já perdeu boa parte de sua capacidade energética original. O desgaste interno também provoca sérios riscos.

As baterias antigas sofrem com inchaço e superaquecimento frequente. O desconto na compra pode não compensar a ineficiência no dia a dia ou o perigo de uma falha crítica que pode causar acidentes.

5. Smartwatches e pulseiras fitness

Smartwatches de segunda mão podem gerar problemas de higiene e duração (Imagem: Victor Lenze / Canaltech)

Relógios inteligentes absorvem o suor de treinos e rotinas intensas. O material das pulseiras retém odores difíceis de eliminar. Em paralelo, a bateria minúscula desses aparelhos sofre degradação veloz.

A questão de higiene, semelhante ao que acontece nos fones de ouvido, aliada ao custo para substituir o componente de energia em uma assistência técnica, pode anular por completo a vantagem financeira do mercado de usados.

6. Roteadores Wi-Fi antigos

Roteadores podem ficar obsoletos e apresentarem falhas de segurança (Imagem: Divulgação/Huawei)

A aquisição de equipamentos de rede antigos traz um perigo que não é visto. Afinal, fabricantes costumam interromper os pacotes de segurança para roteadores velhos, o que transforma a rede doméstica em um alvo fácil para invasores cibernéticos.

O hardware obsoleto também cria um gargalo na internet. Os equipamentos velhos são incapazes de processar os protocolos modernos e as altas velocidades exigidas pelas operadoras de telecomunicações.

7. Impressoras

Impressoras já costumam ser frágeis por natureza. Modelos a jato de tinta costumam ressecar e entupir com extrema facilidade após longos períodos inativos. Já as impressoras a laser costumam acumular pó de toner.

Os custos com visitas de manutenção e trocas de cilindros podem superar com rapidez qualquer desconto obtido na negociação inicial. Uma impressora velha é a garantia de dor de cabeça no momento de urgência.

O mercado de seminovos oferece boas oportunidades para artigos de tecnologia como monitores, videogames e até celulares, mas exige extrema cautela com itens de uso pessoal e desgaste contínuo. É importante avaliar o ciclo de vida do equipamento antes da transação e lembre-se de nunca comprar por impulso.

A verdadeira economia surge caso o produto entregue desempenho confiável e proteção da garantia oficial, livre de idas urgentes ao suporte técnico ou, no pior dos casos, um descarte após pouco tempo. Escolha com sabedoria para proteger o seu bolso e os seus dados.

Leia a matéria no Canaltech.

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