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Um dos maiores problemas dos PCs de entrada para games atualmente é o peso dos jogos AAA nas placas de vídeo, exigindo mais do que 8 GB de VRAM. Seguindo o caminho da NVIDIA, que revelou uma técnica de compressão de texturas, a Intel também tem sua própria solução baseada em rede neural, prometendo compressão em até 18 vezes e mantendo a qualidade gráfica.
Chamado de Texture Set Neural Compression (TSNC), a técnica utiliza redes neurais para comprimir conjuntos de texturas (que incluem informações de cor, relevo e propriedades de material) de forma muito mais inteligente que os métodos tradicionais. Enquanto os padrões de compressão antigos possuem limites, a solução da Intel consegue reduzir o tamanho desses arquivos em até 18 vezes, mantendo grande fidelidade visual.
A tecnologia entrega texturas detalhadas ocupando uma fração do espaço original, permitindo que jogos mais complexos rodem melhor em placas com menos VRAM. Mas, vale lembrar, que a melhor versão da tecnologia é voltada para as placas de vídeo Arc da Intel, assim como a solução da NVIDIA vale para as GeForce.
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No entanto, existe uma solução aberta. Embora brilhe em GPUs com núcleos de IA dedicados (XMX), o TSNC tem um outro modo que suporte GPUs que não possuem esses núcleos, tornando a tecnologia mais democrática e versátil e pode funcionar em AMD Radeon e NVIDIA GeForce também. Mas como já acontece com o Intel XeSS, que funciona em outras placas de vídeo, é esperado que a qualidade entregue por essa solução aberta não seja a mesma daquela que precisa dos núcleos de IA das GPUs Arc.
Com isso, a Intel bate de frente com o NTC (Neural Texture Compression) do Time Verde, prometendo uma eficiência similar ou superior em certos cenários de renderização. Em resumo, essa tecnologia permite que os desenvolvedores criem mundos mais ricos e detalhados sem que o jogador precise, obrigatoriamente, de uma placa de vídeo topo de linha com muita memória para carregar todas as texturas em alta resolução.
O maior benefício, como é de se esperar, deve ser sentido em GPUs com 8 GB. Qualquer modelo de entrada vem com essa quantidade de VRAM já há alguns anos e até funcionava bem quando essa tendência começou, mas esse não tem sido mais o caso ultimamente.
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