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Se você é usuário de um iPhone antigo, já parou para pensar se o seu aparelho realmente está protegido? Isso porque, quanto mais desatualizado o seu dispositivo está, mais vulnerável ele fica para ataques digitais.
Considerando que muita gente usa iPhones mais velhos, as versões antigas do sistema operacional vão se tornando os alvos preferidos dos criminosos na hora de aplicar algum tipo de golpe. Afinal, um aparelho antigo nem sempre está atualizado com as correções mais robustas, abrindo espaço para que um malware se esconda no seu dispositivo.
Um exemplo real recente é o do software malicioso DarkSword, que causou estragos em versões antigas do iPhone para coletar informações sensíveis das vítimas. Tudo que a pessoa precisava fazer era acessar um site com um link corrompido.
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O lado bom é que nem tudo está perdido para os iPhones antigos. Há algumas medidas simples e práticas que você pode aplicar na sua rotina online para evitar que o seu aparelho seja infectado por um malware que está apenas esperando um deslize seu para roubar os seus dados.

Para te ajudar a garantir a segurança do seu iPhone, preparamos um guia com os 5 passos essenciais para você proteger o seu aparelho contra ataques diversos no ambiente online. Confira a seguir.
A primeira coisa que você precisa fazer para proteger o seu iPhone antigo é atualizá-lo. A Apple frequentemente lança atualizações para o iOS, principalmente para versões mais recentes, o iOS 26 sendo o mais atual, mas versões anteriores, como o iOS 15 e o iOS 16, também recebem patches com correções para reduzir os riscos de segurança.

Para atualizar o sistema, basta acessar os Ajustes, selecionar a aba de “Geral” e ir para “Atualização de software”. Caso exista uma nova versão do iOS disponível, selecione a opção “Baixar e instalar” para que o iOS seja atualizado.
Outra coisa que você precisa fazer para ter a certeza que seu iPhone está protegido é verificar se ele ainda recebe atualizações de segurança. Isso porque alguns aparelhos da Apple não atualizam mais para versões mais recentes do iOS, tornando-se obsoletos.
Isso significa que, embora nem todo iPhone antigo tenha sido “abandonado” pela empresa da maçã, alguns não recebem mais o mesmo nível de proteção, principalmente aqueles que são mais velhos.
Entre os modelos que perderam a atualização para o atual iOS 26 estão os modelos inferiores ao iPhone SE (2ª geração e mais recentes).
É possível saber qual é o seu acessando os Ajustes. Na aba “Geral”, basta selecionar a opção “Sobre” e procurar por “Versão do iOS”. A tela exibe qual é a versão atual instalada do sistema operacional.

Mais uma dica para manter a segurança do seu iPhone é evitar sair clicando em qualquer link que aparecer na sua frente, ou fazer a instalação de aplicativos fora da loja oficial.
Isso porque muitos ataques digitais começam com a disseminação de links maliciosos que, uma vez clicados, instalam malwares no dispositivo da vítima para que criminosos tenham acesso a dados sensíveis, como senhas, números de cartões, localização, endereços de e-mail e muito mais.
Logo, desconfiar de mensagens de desconhecidos que apresentem um senso de urgência exagerado ou solicitações de acesso remoto é uma das principais coisas que você deve ter em mente na sua navegação online.

Vale também prestar atenção na hora de baixar aplicativos no celular, sempre instalando-os na App Store. Apps baixados em lojas não oficiais promovem mais riscos ao aparelho por não terem sistemas de segurança robustos.
Além disso, procure digitar o endereço dos sites que você quer acessar diretamente na barra de pesquisa em vez de jogar no Google, por exemplo. Criminosos costumam usar anúncios fraudulentos e sites com domínios errados para enganar os usuários.
Reforçar as proteções do seu iPhone antigo é mais uma prática recomendada para manter a segurança do aparelho. Um jeito de fazer isso é ativar a autenticação de dois fatores (2FA), uma camada adicional de proteção que exige duas formas de verificação para permitir o acesso a uma conta, que geralmente são uma senha e um código, este último sendo enviado por e-mail ou SMS, ou ativado por biometria e token.
Mais uma maneira de reforçar a proteção do aparelho é ativar o Face ID e o Touch ID no iPhone. Ambos fazem parte da autenticação biométrica da Apple, um para o rosto e o outro para as impressões digitais, e são usados para desbloquear os dispositivos e aplicativos instalados. Dessa forma, somente você consegue acessar pastas importantes, como aquelas que possuem apps de bancos e acessos sensíveis.
Outro recurso de segurança disponível no iPhone é o “Modo de Bloqueio”, uma proteção opcional que é mais direcionada para pessoas que podem estar sob risco extremo de ataques cibernéticos, como jornalistas e ativistas.

A camada extra de segurança pode ser ativada nos Ajustes, acessando “Privacidade e Segurança” e “Modo de Bloqueio”. Na prática, a ferramenta consegue bloquear sites, mensagens, anexos, pré-visualizações de links e outras funções de aplicativos para aumentar a segurança do aparelho, não sendo necessária para usuários comuns, já que outras medidas mais simples dão conta do recado.
Mais um passo importante nessa ação é fazer uma checagem rotineira dos aplicativos que estão instalados no seu iPhone.
Logo, revise permissões que parecem excessivas, desinstale apps desconhecidos, analise o consumo da sua bateria, o aquecimento do aparelho e eventuais travamentos. Qualquer comportamento estranho pode ser um sinal de que algo está errado no dispositivo, o que exige medidas imediatas para reparar possíveis danos.
Leia a matéria no Canaltech.