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O Spotify utiliza algoritmos para sugerir músicas, mas nem sempre acerta. Covers, remixes indesejados ou gêneros que você não gosta podem dominar seu feed.
No entanto, existem estratégias para melhorar suas recomendações e recuperar o controle da sua experiência musical no app.
Confira seis truques para não ouvir mais músicas ruins no Spotify:
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Algumas músicas são apenas para momentos específicos, como festas ou conteúdos infantis. Nessas situações, a Sessão privada impede que o Spotify registre o que foi ouvido, mantendo seu histórico e recomendações intactos.
O recurso funciona por seis horas e está disponível em celular, desktop e navegador.
Nem todas as playlists refletem o seu gosto pessoal. Com a opção “Excluir do seu perfil de gosto”, é possível ignorar as listas sazonais, trilhas sonoras ou músicas que não te interessam mais.
Essa função vale tanto para playlists inteiras quanto para faixas individuais e ajuda a evitar que conteúdos que você não curte influenciem futuras recomendações.

Às vezes, um artista aparece por curiosidade ou engano, mas continua sendo sugerido. Com a opção “Não tocar este artista”, ele desaparece do feed, das playlists e das rádios.
Esse bloqueio garante que o algoritmo aprenda a não recomendar artistas que não combinam com o seu gosto e deixa a experiência mais personalizada.
Mesmo playlists boas podem ter músicas que irritam ou não agradam. A função “Ocultar nesta playlist” ou “Ocultar neste álbum” faz com que essas faixas sejam ignoradas automaticamente.
Uma alternativa é criar playlists próprias com apenas as músicas desejadas, evitando ajustes constantes em listas de terceiros.

Após o fim de playlists ou álbuns, o Spotify costuma iniciar uma rádio baseada nas últimas faixas tocadas. Ativar o modo de repetição faz com que a playlist ou o álbum reinicie, mantendo a reprodução apenas do que foi escolhido.
O algoritmo do Spotify aprende com cada interação, então é importante curtir apenas músicas e artistas que realmente agradam. Cada “curtida” ou adição à biblioteca é interpretada como um sinal de interesse, o que influencia futuras recomendações.
Leia a matéria no Canaltech.