O cerco se fecha: Anna’s Archive perde mais um domínio

O cerco se fecha: Anna’s Archive perde mais um domínio – Canaltech

Nesta semana, o repositório clandestino Anna’s Archive está passando por uma batalha legal intensa: um novo processo foi registrado em Nova York e, agora, o domínio .li foi deletado completamente. Ficando com apenas um domínio no ar, o site logo registrou novos para evitar o fim.

Após Anna’s Archive anunciar que faria backup dos conteúdos extraídos do Spotify, a empresa fechou o cerco sob o agregador de pirataria, conseguindo liminares e medidas para fechar vários domínios (começando pelo .org). Agora, o .li também caiu, e não foi somente suspenso, mas sim permanentemente excluído da internet

A queda do .li do Anna’s Archive

Segundo registros digitais, o site annas-archive.li foi deletado no dia 2 de março de 2026, com um período de transição que levou à inacessibilidade da página somente nesta semana. Com o incidente, o único domínio disponível para acessar o repositório tornou-se o registrado na Groenlândia, .gl.


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Registro da exclusão do domínio .li do repositório Anna's Archive, que logo adicionou três mirrors para evitar a queda completa do serviço (Imagem: TorrentFreak/Divulgação)
Registro da exclusão do domínio .li do repositório Anna’s Archive, que logo adicionou três mirrors para evitar a queda completa do serviço (Imagem: TorrentFreak/Divulgação)

Logo em seguida, o site adicionou os mirrors .vg, .pk e .gd como acessos alternativos. Não é claro quem foi o responsável por excluir o domínio, que estava registrado pela empresa Immaterialism Limited, conectado ao serviço de privacidade de domínios Njalla. O endereço .gl também foi registrado através da companhia, o que quer dizer que ela dificilmente seja a responsável.

A Switch Foundation, responsável pelo registro de armazenamento, é a responsável mais provável pela delação, mesmo que tenha afirmado, em janeiro, que ordens judiciais geralmente não são obedecidas pela companhia. A mudança pode ter originado do envolvimento do grupo de comércio musical global IFPI, que trabalha contra a pirataria e tem um escritório legal na Suíça.

Leia a matéria no Canaltech.

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