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Aberta dias após o anúncio do tarifaço por Donald Trump, em julho do ano passado, a investigação comercial contra o Brasil sob a Seção 301 estava parada desde setembro, mas foi mencionada agora pelo presidente americano, após decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos obrigar o governo a repensar sua estratégia comercial.
Apesar de citar temas como acesso ao mercado de etanol, desmatamento e aplicação de tarifas preferenciais, o processo tem como ponto central as big techs — e, desde o início, o governo brasileiro temia que a proximidade da Casa Branca com as principais empresas de tecnologia se tornasse um caminho de interferência nas eleições deste ano.
É neste contexto que os líderes podem se encontrar em Washington, daqui algumas semanas, caso as negociações para a reunião sigam conforme o esperado.
Vivian Oswald analisa mais a fundo na nota de abertura.
Boa leitura.
Após a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar o tarifaço, a investigação comercial contra o Brasil sob a Seção 301, parada desde setembro, voltou a ganhar relevância no momento em que Donald Trump deve se encontrar com Lula em Washington, Vivian Oswald escreve no JOTA PRO Poder.
Por que importa: O processo carrega fatores de instabilidade perigosos para a relação com o Brasil.
A investigação traz de volta ainda o embate entre as techs e o STF, o que é especialmente ruim neste momento em que o Judiciário está fragilizado.
As condições para a realização do “olho no olho” mudaram.
⏩ Pela frente: A palavra final no processo é do USTR (Escritório de Representação Comercial dos Estados Unidos) e pode servir como gatilho para sanções comerciais.
UMA MENSAGEM DO MATTOS FILHO

O media for equity tem se tornado cada vez mais comum no Brasil, especialmente entre as startups. Esse modelo de investimento é baseado na cessão de participação societária de uma sociedade a um influenciador ou veículo de publicidade, em troca de visibilidade midiática e publicidade.
Para as startups, a principal vantagem está na possibilidade de acelerar o crescimento da marca sem comprometer o fluxo de caixa, além do potencial ganho de credibilidade, visibilidade e alcance estratégico. Do lado do influenciador ou veículo de publicidade, o modelo oferece a possibilidade de participar do capital social de empresas com alto potencial de crescimento, visando ganhos com a venda da participação em um evento de liquidez futuro.
“Mas é preciso cautela” – alerta Tomás Neiva, sócio da prática de Venture Capital do Mattos Filho – “pois o modelo depende de um arranjo contratual com regras e metas muito bem definidas para alinhar os interesses de todos os envolvidos”. Luiz Felipe Di Sessa, sócio da prática de Tecnologia do Mattos Filho, complementa: “o modelo é interessante e alinhado à dinâmica atual das redes sociais, mas o sucesso depende do contrato. Sem uma estrutura de direitos e responsabilidades, a parceria pode trazer mais frustrações do que benefícios”.

A Ordem dos Advogados do Brasil pediu ao presidente do Supremo, ministro Edson Fachin, a conclusão do inquérito das fake news, aberto de ofício e em tramitação há quase sete anos, Lucas Mendes escreve no JOTA PRO Poder.
Por que importa: Para a OAB, a “elasticidade excessiva” das investigações compromete a previsibilidade, fragiliza a segurança jurídica e projeta a percepção de um campo investigativo sem contornos estáveis.
🔭 Panorama: O inquérito das fake news foi aberto em março de 2019 por iniciativa de Dias Toffoli, então presidente do STF.
⏩ Pela frente: A OAB solicitou audiência com Fachin para apresentar contribuições da advocacia e expor o tema institucionalmente.

Em suas primeiras decisões à frente do inquérito do Master, André Mendonça começou a imprimir a forma como conduzirá as investigações, Flávia Maia analisa em sua coluna no JOTA.
Por que importa: Um dos pontos que chama a atenção nas primeiras medidas do relator é a relação com a PF, ponto de atrito de Toffoli e de outros ministros.
⏩ Pela frente: O ministro tem consciência de que as investigações têm potencial explosivo de atingir autoridades em diferentes níveis e desvendar esquemas financeiros e criminosos complexos.

O deputado Paulo Azi (União-BA) será confirmado hoje (24) como relator pela admissibilidade da PEC 8/2025, que põe fim à jornada de trabalho 6×1 — uma das principais bandeiras eleitorais do governo Lula.
Sim, mas… Outro tema prioritário para as eleições está à frente: o PL Antifacção travou a pauta da Câmara.
⏩ Pela frente: O Planalto afirma que não irá retirar a urgência constitucional do PL 5.582/25, o que liberaria a pauta.

A CPMI do INSS deve votar na quinta (26) requerimentos para convocar presidentes de bancos suspeitos de envolvimento nos descontos indevidos de aposentados e pensionistas, Maria Eduarda Portela registra no JOTA PRO Poder.
Por que importa: O prazo da CPMI termina em março, e a comissão não conseguiu prorrogação até o momento.
🔭 Panorama: O relator, deputado Alfredo Gaspar, apresentou requerimentos de convocação de presidentes de C6 Bank, Santander, Crefisa e PicPay, além do empresário Fábio Luís Lula da Silva.
⏩ Pela frente: A CPMI ouvirá na quinta-feira Edson Araújo e Paulo Camisotti, filho de Maurício Camisotti, suspeito de envolvimento na fraude.

A Receita Federal esclareceu que benefícios tributários de caráter social e assistencial ligados às relações de trabalho e ao terceiro setor não serão atingidos pela redução linear de 10% prevista na lei complementar 224/2025, Katarina Moraes informa no JOTA.
Por que importa: A norma reduz incertezas sobre a tributação de associações sem fins lucrativos e de despesas empresariais com assistência a empregados.
⏩ Pela frente: A nova regulamentação deve orientar a aplicação da trava de 90% de dedutibilidade no regime do Lucro Real e reduzir disputas interpretativas em fiscalizações futuras.

Avaliar desempenho e produtividade no serviço público exige soluções graduais, não respostas simplistas, afirma Roberto Pojo, chefe da Seges (Secretaria de Gestão e Inovação), do Ministério da Gestão e Inovação em entrevista a Luísa Carvalho, no JOTA.
Por que importa: A discussão influencia propostas de reforma administrativa e regras de estabilidade no funcionalismo.
🗣️ O que disse o secretário: