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No próximo dia 21, a Lua vai dar uma “mordida” no Sol no que chamamos de eclipse parcial. Apesar de não atingir a totalidade, o evento promete encantar observadores do céu na Nova Zelândia, partes da Austrália e Antártida. O evento coincide com o equinócio de setembro. O fenômeno terá início às 14h29 (horário de Brasília), atingirá seu ponto máximo entre 16h41 e 16h43, quando até 80% do Sol estará encoberto, e terminará às 18h53.
A maior cobertura solar será registrada em uma região remota do Pacífico Sul, entre a Nova Zelândia e a Antártida. Em lugares habitados, como a Nova Zelândia, a observação será mais favorável, especialmente logo ao amanhecer do dia 22 no horário local. Os melhores locais para observação são:
Bases de pesquisa na Antártida, como a Zucchelli Station (Itália) e a McMurdo Station (EUA), também terão boas condições, com cerca de 70% de cobertura.
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Um eclipse solar parcial acontece quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, mas não cobre completamente o disco solar. Nesse caso, o alinhamento não é perfeito, e apenas uma parte do Sol parece ser “mordida” pela sombra da Lua.
O fenômeno pode variar em intensidade, dependendo da região de observação: em alguns lugares a cobertura pode ser pequena, enquanto em outros uma grande fração do Sol fica encoberta. Diferente do eclipse total, a luz solar nunca desaparece por completo, mas o efeito visual é marcante e exige o mesmo cuidado com a visão, já que olhar diretamente para o Sol sem proteção adequada pode causar danos permanentes aos olhos.
Infelizmente, o Brasil não estará na faixa de observação direta deste eclipse. Assim, quem quiser acompanhar o fenômeno poderá recorrer a transmissões ao vivo que serão disponibilizadas online.
Mesmo sendo parcial, o eclipse exige cuidados redobrados. Vale nunca olhar diretamente para o Sol sem proteção adequada e utilizar óculos com filtros solares certificados ou equipamentos como telescópios e câmeras com filtros especiais.
Vale lembrar que esse será o segundo e último eclipse solar de 2025, acontecendo poucos dias antes do equinócio de setembro, quando o dia e a noite têm duração quase igual.
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