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Empresas e criadores de conteúdo adotam cada vez mais a inteligência artificial (IA) em seus processos criativos. Para o Google, a tecnologia tem o poder não de substituir, mas de potencializar a criatividade humana.
De acordo com Ted Gola, líder de Produto Criativo de Performance do Google, o principal diferencial na adoção dessa tecnologia emergente está em como usá-la de forma estratégica nas rotinas de trabalho.
Em palestra realizada nesta quinta-feira (16), durante o StartSe AI Festival, Gola afirmou que, desde 2023, as buscas no Google por criar ou gerar algo cresceram mais de 150% — e é aí que a IA pode ser usada para encurtar a distância entre uma ideia criativa e sua execução.
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“A criatividade não é um ponto de partida nem de chegada. Ela acontece no espaço entre o input (inspiração, dados e referências) e o output (resultado criativo) — é onde a imaginação flui”, disse o especialista da big tech.
Ele destacou ferramentas do Google, como Gemini, Nano Banana e VEO 3, como opções que atuam na execução dessas ideias e na potencialização da criatividade.
Gola também lançou luz sobre como a IA influencia atualmente os criadores de conteúdo, afirmando que há uma integração entre a potencialização da criatividade por meio dessa tecnologia e o conceito de omnichannel — que se refere à estratégia que integra múltiplos canaus de forma contínua e consistente.
“Estamos na era da ‘AI-omnicanalidade’, em que os criadores podem estar em todos os lugares ao mesmo tempo. A tecnologia ampliou o alcance e a presença das ideias”, pontuou o representante do Google.
Segundo Gola, o YouTube é o maior exemplo desse movimento, uma vez que a plataforma permite que criadores brasileiros ganhem destaque internacional ao gerarem experiências simultâneas nas telas dos celulares e nas Smart TVs.
“Passamos de criadores confinados a telas pequenas para experiências multimomento, conectadas e interativas”, ressaltou o palestrante.

Durante sua fala, Ted Gola destacou que a utilização da IA deve estimular um processo contínuo de aprendizado com as diversas ideias que surgem durante o processo criativo.
“A IA ajuda a testar múltiplas ideias e descobrir o que realmente conecta com o público. É um processo de hipóteses criativas, testes e aprendizados constantes”, enfatizou o especialista em produtos criativos.
Ele acrescentou que o verdadeiro propósito dessa tecnologia não está na ferramenta em si, mas nas conexões autênticas que ela ajuda a criar entre pessoas e marcas, independentemente da plataforma de IA utilizada.
“Mais importante do que a inteligência artificial que usamos é como ela influencia nossas decisões. É isso que transforma a experiência de marcas e criadores com o público”, concluiu o representante do Google.
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