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Testes vazados em redes sociais indicam que a Samsung está desenvolvendo baterias de silício-carbono com alta capacidade. A tecnologia, já implementada em celulares de marcas rivais, permite alcançar duração bem mais alta que a vista no Galaxy S26 Ultra.
Entre os protótipos avaliados pela Samsung, destaca-se o modelo SDI-TC18K-SiC, com 18.000 mAh de capacidade. Para efeito de comparação, o recém-lançado celular da Samsung tem 5.000 mAh.
Na prática, uma capacidade tão alta permitiria usar o celular por vários dias antes da necessidade de uma recarga.
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O design utiliza uma estrutura de célula tripla, com a principal de 6.699 mAh e 4,2 mm de espessura. A segunda tem 6.000 mAh e 3,9 mm, e a terceira fica em 5.257 mAh e 3,28 mm.
Portanto, a espessura total fica perto de 12 mm, uma medida ainda muito alta para o padrão atual de smartphones. Para referência, o Galaxy S26 Ultra tem 7,9 mm de grossura total.
Por isso, a bateria seria mais indicada para modelos de linhas específicas da Samsung, como os Galaxy XCover para uso externo e alta resistência.
Outro modelo em teste é o SDI-DC12K-SiC-V2, com 12.000 mAh. Esta versão seria otimizada para estabilidade e considerada mais viável para smartphones convencionais.
Afinal, o projeto utiliza estrutura de célula dupla com 6.800 mAh/4,7 mm e 5.200 mAh/3,2 mm, e a meta de manter a espessura abaixo de 9,3 mm. Entretanto, duas de sete amostras excederam esse limite nos testes.
A performance estimada para este modelo é de 20 a 25 horas de tela ligada em uso ativo com conexões 4G e Wi-Fi.
Uma bateria ainda maior, de 20.000 mAh, também foi submetida a avaliações, mas foi aparentemente abandonada ou reprovada. O componente teria apresentado defeitos após 960 ciclos de carga.
O design reprovado tinha uma célula primária de 12.000 mAh/6,3 mm, e a secundária tinha 8.000 mAh/4 mm de espessura.

A Samsung busca atingir 1.500 ciclos de carga antes que a capacidade caia para 80%. Os modelos de 12.000 mAh e 18.000 mAh seguem em testes para verificar se alcançam essa marca.
Além disso, há um desenvolvimento paralelo de firmwares de gerenciamento de bateria, com soluções específicas para a nova tecnologia de silício-carbono.
Modelos de outros segmentos, como o Realme P4 Power, superam a marca de 10.000 mAh. Dispositivos do mercado robusto (“rugged”) atingem capacidades maiores, mas possuem construção mais espessa.
Também foi dito que a Samsung mantém cautela no processo de implementação, especialmente após os problemas registrados na linha Galaxy Note 7, de 2016.
Leia a matéria no Canaltech.