Ronnie Lessa, condenado pelos assassinatos de Marielle e Anderson, entra na Justiça para fazer o Enem

Condenado a 78 anos de prisão pela morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, o ex-policial militar Ronnie Lessa, que cumpre pena em Tremembé, no interior de São Paulo, pediu à Justiça liberação para fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O pedido foi feito no fim de outubro, três dias antes do fim do prazo de inscrição previsto no edital do Enem para pessoas presas no país.

Segundo o processo, a defesa de Ronnie Lessa ingressou com um pedido para que ele pudesse fazer a prova — que será aplicada nos dias 10 e 12 de dezembro para pessoas privadas de liberdade –, mas recebeu uma negativa da diretoria da penitenciária onde está atualmente.

No documento, a defesa de Lessa anexou um documento, com assinatura da P1 em Tremembé, no qual aponta que “devido aos critérios de segurança atualmente adotados, torna-se inviável a inscrição do referido apenado” — referindo-se ao ex-policial.

Em defesa, o advogado de Lessa apontou que “é direito do apenado preso poder remir sua pena através dos estudos, inclusive, podendo fazer o Enem para cursar o ensino superior, possibilitando a sua ressocialização”.

Ainda no pedido, o advogado citou que Lessa tem “bom comportamento carcerário” e que, desde a reclusão na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS), demonstrou interesses em cursos profissionalizantes e na escrita.

Até a última atualização desta reportagem, não havia uma definição se Lessa poderá fazer o Enem.

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