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As tempestades e a formação de um ciclone extratropical deverão marcar a reta final de 2023, de acordo com a meteorologia. É o que disse Maria Clara Sassaki, porta-voz da Climatempo, em entrevista à CNN nesta segunda-feira (25).
A tendência é que o clima típico de verão, que começou na última sexta-feira, seja bem característico em todo o país: dias de calor, e chuvas com possibilidade de raios e até granizo no período da tarde.
Na virada do dia 31 de dezembro para 1º de janeiro, há possibilidade de chuva em todo o litoral do país, com especial intensidade no Nordeste e Sudeste.
“Tem alertas para a região Sul para a formação de um ciclone extratropical nas próximas horas, e, é questão de tempo para que suba ao Sudeste. Mas Centro-Oeste, Nordeste e Norte também têm alguns alertas para as chuvas fortes”, afirmou.
Para esta terça-feira (26), o mapa do risco de tempo aponta o seguinte cenário:
“As chuvas devem ser muito fortes, e por isso há um estado especial de atenção para aquelas regiões onde há penetração de terra, como o Rio de Janeiro e o litoral de São Paulo”, alertou Maria Clara.
A porta-voz do Climatempo afirma que há uma possibilidade de reprodução do mesmo cenário entre os dias 30 de dezembro e 1º de janeiro. A tendência é que o sol volte a aparecer em grande parte do país na quarta (27) e quinta-feira (28), com chuvas retornando a partir de sexta (29).

As temperaturas vão ficar acima da média em todas as regiões do Brasil, como disse Maria Clara Sassaki à CNNe não estão descartadas novas ondas de calor.
“A gente ainda tem influência do El Niño, outras áreas do oceano com temperaturas bem acima do normal, muita energia na atmosfera, que está com temperatura mais elevada, então aqui no Brasil todos os Estados vão ter taxas na média ou acima dela”, disse.
Há uma atenção especial para a região de Mato Grosso e o Norte do país, porque a quantidade de chuvas deve ser menor do que a média esperada.
Por enquanto não há nenhum sinal de que novas ondas de calor possam atingir o país, segundo o Climatempo. É possível prever os aumentos de temperatura coma até 15 dias de antecedência.
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