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Sem dúvidas, um dos acontecimentos negativos de maior impacto no mercado de criptomoedas foi o colapso do ecossistema Terraform. Com a queda do token e da stablecoin algorítmica, diversos investidores sentiram na carteira a perda de seus investimentos que viraram pó.
Sendo assim, os principais nomes no projeto são constantemente investigados e até passíveis de ameaças nas redes sociais. Com o foco na investigação que ainda está em evidência no meio blockchain, promotores sul-coreanos invadiram a casa do cofundador da Terraform Labs, Daniel Shin.
De acordo com os dados da Bloomberg, houve uma série de incursões conduzidas pela Equipe de Investigação de Crimes Financeiros e de Valores Mobiliários da Coreia em exchanges e escritórios de criptomoedas. Nessas investigações estava inclusa a residência do cofundador da Terra e seu aplicativo de pagamento Chai Corp.
Com o intuito de investigar o caso de fraude da TerraUSD e Luna Classic (LUNC), as autoridades realizaram incursões em 15 locais. Dentre elas Bithumb, Upbit, Coinone e quatro outras exchanges. Como resultado do trabalho, os investigadores descobriram algumas evidências de má conduta por parte dos funcionários da Terraform.
O foco da equipe agora é analisar a potencial transferência de fundos para diferentes empresas pertencentes ou operadas por Do Kwon, CEO da Terraform, para evadir impostos. Por essa razão, a empresa de Shin também está sendo considerada.
Segundo a mídia estatal da Coreia do Sul, recentemente as autoridades detectaram um fluxo suspeito de dinheiro através da subsidiária Flexi Corporation. Além disso, a empresa de segurança Uppsala Security afirmou que a carteira por trás do ataque que iniciou a corrida contra o UST e LUNC era de propriedade ou controlada pela Terraform Labs ou pela Luna Foundation Guard.