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O Pix não para de evoluir e, recentemente, ganhou uma funcionalidade que promete acelerar ainda mais o consumo no país: o Pix por aproximação. A novidade dispensa QR Codes e digitação: basta aproximar o celular da maquininha para concluir o pagamento.
A medida acompanha a consolidação do Pix como protagonista dos meios de pagamento no Brasil. Segundo o Banco Central, já são 156 milhões de pessoas físicas e 15,2 milhões de empresas cadastradas. Uma pesquisa da MindMiners, divulgada em 2025, mostra que 73% dos brasileiros já elegem o Pix como forma favorita de pagamento, superando cartões e dinheiro.
O movimento também se conecta à expansão dos pagamentos sem contato. Dados da Associação Brasileira das Empresas de Meios de Pagamento Eletrônicos (Abep) indicam que, em 2024, essa modalidade cresceu quase 50%, representando dois terços das compras presenciais no país. A tendência é que o Pix por aproximação siga essa mesma trilha, tornando-se padrão no varejo.
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Atualmente, o recurso já funciona em smartphones Android, mas ainda aguarda homologação no iOS. “Quando o recurso for liberado para usuários de iPhone, a expectativa é de uma massificação ainda mais rápida. Esse passo é fundamental para tornar o Pix por aproximação uma tecnologia universal, presente no dia a dia de todos os brasileiros”, avalia Leandro Fiúza, CEO da SaqPay.
O avanço do Pix por aproximação se soma a outras inovações planejadas pelo Banco Central, como o Pix Automático, previsto para 2026, e integra um cenário em que os pagamentos instantâneos ganham cada vez mais protagonismo sobre cartões tradicionais.

De acordo com projeções da IDC Brasil, até 2027, mais de 80% das transações presenciais no país devem ocorrer via aproximação (Pix ou cartão NFC), consolidando a mudança no comportamento de consumo.
O recurso reduz drasticamente o tempo de finalização da compra. “O brasileiro valoriza agilidade e conveniência. Com o Pix por aproximação, o cliente paga em segundos e o lojista recebe na hora, sem complicação”, diz Fiúza.
Após o primeiro cadastro no banco, não é necessário abrir aplicativo, escanear QR Code ou digitar valores. O pagamento acontece em segundo plano, de forma instantânea, simplificando a jornada de compra e favorecendo a fidelização.
Quem adotar primeiro pode conquistar clientes que priorizam rapidez e modernidade. “Estamos falando de um recurso que reduz filas, acelera o atendimento e ainda gera economia em relação ao cartão. Em datas de alto movimento, isso pode ser decisivo para o varejo”, completa o executivo.
Assim como no Pix tradicional, o recebimento é instantâneo, garantindo maior previsibilidade para repor estoque ou investir no negócio — um diferencial especialmente importante para micro e pequenas empresas.
O Pix por aproximação não é apenas um avanço tecnológico: é também uma mudança cultural que reforça o consumo digital, aproximando o público de soluções modernas e aumentando a competitividade no varejo.
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