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Se 2025 foi um ano marcado por grandes retornos e sucessos de bilheteria, ele também reservou seu espaço para aquelas produções que preferíamos esquecer. No mundo do entretenimento, nem todo hype se traduz em qualidade, e este ano foi a prova cabal disso. Tivemos de tudo: blockbusters com orçamentos milionários que entregaram efeitos visuais duvidosos, sequências de franquias amadas que irritaram a base de fãs e “projetos de vaidade” de estrelas da música que não convenceram ninguém nas telas.
Para compor esta lista “inglória”, utilizamos dois critérios principais: a rejeição massiva por parte da crítica especializada (refletida nas notas baixas agregadas no Rotten Tomatoes) e a reação negativa do público nas redes sociais, que não perdoou roteiros fracos e execuções preguiçosas.
Prepare a pipoca (ou talvez um remédio para dor de cabeça) e confira a lista dos filmes que deixaram a desejar em 2025:
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O clássico de H.G. Wells já teve diversas adaptações, mas a versão de 2025 conseguiu a proeza de transformar uma invasão alienígena em algo tão emocionante quanto uma reunião interminável no Zoom. O filme parece uma produção feita às pressas durante a pandemia que chegou atrasada ao mercado, com personagens passando a maior parte do tempo olhando para telas de computador e webcams.
Para piorar, a produção funciona quase como um comercial estendido da Amazon de quase uma hora e meia. O destino da humanidade acaba dependendo, ironicamente, da capacidade de entrega de um drone “Prime Air”. Com um CGI que parece ter sido abandonado no meio da renderização e um roteiro que serve apenas para fazer propaganda, este longa é, sem dúvidas, um dos pontos mais baixos do ano.

A franquia Star Trek é historicamente conhecida por seu otimismo, curiosidade intelectual e questões filosóficas profundas. Seção 31, no entanto, joga tudo isso pela janela em favor de uma tentativa desajeitada de copiar o estilo de Guardiões da Galáxia, mas com orçamento de televisão.
O filme foi duramente criticado por parecer não entender o que faz de Star Trek algo especial. Com diálogos sofríveis e uma ação confusa, a produção acredita que apenas mostrar naves e phasers é suficiente para agradar aos trekkies. O resultado é uma obra genérica de ficção científica que ofende o legado da série e se posiciona facilmente como o pior filme já feito dentro deste universo.

Quando a Netflix anunciou um orçamento astronômico de cerca de US$ 320 milhões e a direção dos Irmãos Russo (Vingadores: Ultimato), a expectativa era alta. O material base — as pinturas retrofuturistas incríveis de Simon Stålenhag — pedia um tratamento visual cuidadoso. O que recebemos, contudo, foi uma “geleia” de CGI sem alma.
O filme dilui a atmosfera solitária e misteriosa da obra original em favor de uma trama de aventura genérica, repleta de robôs com vozes irritantes e frases de efeito. Chris Pratt entrega mais uma atuação no piloto automático, e nem o elenco estelar de apoio consegue salvar o roteiro. Visualmente, o filme é considerado plano e sem vida, provando que dinheiro não compra estilo artístico. Foi um dos investimentos mais caros e menos rentáveis criativamente da plataforma no ano.

Se o álbum homônimo de The Weeknd foi bem recebido, sua incursão cinematográfica foi um desastre de proporções épicas. O filme é descrito como um projeto de vaidade pretensioso, onde o cantor (creditado como Abel Tesfaye) interpreta uma versão levemente ficcionalizada de si mesmo em meio a um colapso nervoso.
O longa desperdiça o talento do diretor Trey Edward Shults (de As Ondas) e de atores incríveis como Barry Keoghan e Jenna Ortega em uma trama que se resume a choro em frente ao espelho e um psicodrama de estrela pop que soa falso e exaustivo. A crítica foi impiedosa, rotulando a produção como vazia e narcisista, uma tentativa falha de criar um thriller psicológico que acaba sendo apenas entediante.

O primeiro filme foi um sucesso de bilheteria apesar das críticas, o que garantiu esta sequência. O problema é que FNAF 2 consegue entregar ainda menos conteúdo. A trama tenta explicar a origem da pizzaria e seus animatrônicos, mas se perde em uma mitologia convulsa que deixa os fantasmas e o terror em segundo plano.
Para quem não é fã hardcore dos jogos, o filme é um “slasher” sem sangue, sem sustos e sem tensão. A produção parece satisfeita em apenas exibir os robôs gigantes na tela como se fossem carros alegóricos, esquecendo-se de criar uma narrativa coesa ou assustadora. É uma experiência cansativa que serve apenas para preparar terreno para um inevitável (e temido) terceiro capítulo.
A premissa tenta vender uma mistura de Missão Madrinha de Casamento com Duro de Matar, mas falha em ambos os gêneros. Rebel Wilson interpreta uma agente secreta que precisa salvar o casamento de sua melhor amiga de mercenários, tudo isso vestindo um vestido de festa e saltos altos.
O filme sofre de um roteiro preguiçoso onde a protagonista é invencível demais para gerar qualquer suspense e as piadas raramente aterrissam. Nem mesmo a reunião de Wilson com Anna Camp (sua colega de A Escolha Perfeita) salva a produção de ser repetitiva e visualmente barata. É uma comédia de ação genérica que você sente que já assistiu mil vezes, e todas elas foram melhores do que essa.
Kevin James mantém seu histórico de filmes massacrados pela crítica com esta comédia de ação. A trama une James a Alan Ritchson (Reacher) como dois pais que ficam em casa cuidando dos filhos, mas acabam perseguidos por assassinos profissionais.
A química entre a dupla é estranha e o filme se apoia em um humor datado e machista, misturado com sequências de ação caóticas e sem brilho. Descrito como “estúpido” pela crítica especializada, o longa é uma produção direta para o streaming que desperdiça o carisma de Ritchson e reafirma a dificuldade de Kevin James em encontrar bons roteiros fora de suas sitcoms.
A lista de filmes que decepcionaram a crítica e o público em 2025 contém:
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