Operação afasta juiz por suspeita de venda de decisões judiciais a membros de facções

Uma operação que investiga a venda de decisões judiciais no Amapá prendeu cinco pessoas e cumpriu 12 mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira (6) em Macapá, Belém, Rio de Janeiro, Curitiba e Santa Catarina. 

Um dos investigados é o juiz João Teixeira de Matos Júnior, afastado da Vara de Execuções Penais de Macapá. A ação também mirou advogados e membros da facção ‘Família Terror Amapá’, organização criminosa que opera no Amapá.

O magistrado está afastado desde abril por decisão do ministro Luis Felipe Salomão, corregedor nacional de Justiça na época da decisão. O ministro informou que o juiz João Matos é investigado em processo que apura o benefício para presos no estado em pelo menos 44 ações judiciais.

Na época, o então corregedor nacional citou ações penais nas quais a esposa do juiz, que é advogada, atuaria como representante das partes. Ela foi condenada a 10 anos e seis meses de prisão por corrupção ativa, uso de documento falso e organização criminosa em dezembro de 2023.

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