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Sem dúvidas, umas das notícias que trouxe um grande impacto para o mercado de criptomoedas foi a parceria da exchange de ativos blockchain Coinbase com a gigante de gerenciamento de ativos BlackRock. Como resultado do acordo, os clientes institucionais da BlackRock terão acesso à negociação, custódia, corretagem de primeira linha do bitcoin e relatórios via Coinbase Prime
Além disso, os investidores poderão gerenciar seus bitcoins e realizar análises de risco usando o pacote de software Aladdin da BlackRock. Logo após as notícias, as ações da Coinbase tiveram um salto de 16%. No entanto, esse passo pode ser apenas o começo para o BTC.
De acordo com Brett Harrison, presidente da FTX.US, o inverno das criptomoedas pode estar acabando e um grande fator para isso é a entrada do dinheiro institucional.
“Parece-me que o inverno está começando a derreter… Os preços obviamente estão subindo, e o que estamos vendo aqui é muitas dessas liquidações forçadas no mercado, estão chegando ao fim. Não há mais notícias sobre diferentes exchanges ou plataformas de empréstimo, a Voyager está devolvendo fundos, grande capital de risco não implantado está começando a ser implantado novamente”, observa Harrison.
Segundo o empresário, esse é o momento de construção. Sendo assim, no instante em que o mercado voltar a subir, teremos ferramentas e o capital necessários para uma jornada brilhante.
Com a chegada do inverno no mundo blockchain, grandes players começaram a fazer uma forte linha de demissões. A Coinbase, por exemplo, usou como justificativa a contratação excessiva de pessoal.
Indo na contramão, a FTX apontou que não tinha planos para parar de contratar novos trabalhadores. A exchange, que tem se destacado por seu alto volume de negociação e que possui cerca de 250 colaboradores, disse que suas contratações foram feitas com cautela e que continuavam a crescer, independente da queda do mercado.
Nesse sentido, durante a entrevista que concedeu a Bloomberg Technology, Harrison foi questionado sobre os motivos de tais demissões que as plataformas concorrentes realizaram.
“Acho que há uma lição real aprendida aqui, que é que essas empresas em crescimento que normalmente operam sob o modelo de que o crescimento do número de funcionários é um sinal de crescimento da empresa estão percebendo que, na verdade, às vezes o crescimento do número de funcionários pode atrapalhar o crescimento da empresa”.