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A Microsoft publicou um comunicado com os planos para aprimorar o Windows em 2026 e focou num ponto importante: reduzir o consumo de memória RAM. A mudança passaria por animações mais fluidas, melhorias no desempenho geral e diminuição no consumo da memória básica do SO, o que liberaria espaço para mais apps.
O foco nesse componente surge diante de um cenário em que o hardware está cada vez mais caro no mercado, apps ficam mais pesados e a versão base do sistema já exige bastante espaço. Além disso, a Apple recentemente lançou o MacBook Neo com 8 GB de RAM e promete uma performance consistente.
O Windows 11 exige pelo menos 4 GB de RAM para ser instalado, enquanto os PCs Copilot+, com recursos exclusivos de IA, precisam de 16 GB. Ao usar um computador com 8 GB, é comum notar que o consumo básico do sistema flutua na casa dos 6 GB, deixando pouco espaço livre para os outros apps.
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De acordo com a MS, as melhorias serão liberadas aos poucos em atualizações a partir do mês de abril. O foco é tornar o sistema mais “responsivo e consistente”, segundo a empresa, para garantir um desempenho confiável e mais fluido ao trocar de aplicativos.
A companhia pretende reduzir o consumo básico do sistema como um todo — assim, cada pessoa consegue ter mais espaço para focar nos aplicativos mais usados no dia a dia. Além disso, existem planos para acelerar a inicialização de apps nativos, como o Explorador de Arquivos.
Mudanças na interface também podem diminuir travamentos e outros atritos comuns ao usar um PC. Algumas experiências cruciais serão migradas para o framework WinUI 3, com o objetivo de reduzir a latência (tempo para executar um comando após cada interação) e deixar o sistema mais rápido.
Após apostar as fichas em recursos de IA, o que gerou repercussão negativa da comunidade, a Microsoft aparenta retomar o foco para melhorar a usabilidade do sistema entre toda a base de computadores disponíveis, especialmente diante de um cenário global de escassez de RAM física.
Leia a matéria no Canaltech.