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Os últimos dias foram de alívio para os detentores de criptomoedas. Afinal, o mercado geral voltou a ultrapassar a marca de US$1 trilhão. No entanto, o JP Morgan não está muito entusiasmado com isso.
Segundo o gigante bancário, os investidores devem estar alertas porque a queda do mercado de bitcoin e altcoins ainda não terminou e mais uma está chegando.
Na última quinta-feira (3), o estrategista do JPMorgan Chase & Co., Nikolaos Panigirtzoglou, disse que o financiamento no espaço de criptomoedas está em um ritmo de US$10 bilhões por ano. Sem dúvidas, um grande declínio, pois este é um terço do ritmo observado no ano passado (2021).
Além disso, durante o terceiro trimestre de 2022 o financiamento de Venture Capital (VC) em criptomoedas atingiu um mínimo de US$4,4 bilhões.
Esse movimento foi impactado pelo aperto monetário e demais questões macroeconômicas que assolam o mundo dos investimentos, como o aumento da taxa de juros dos Estados Unidos, por exemplo.
“Este é um desenvolvimento preocupante, pois mostra a relutância dos fundos de VC em implantar capital no espaço de ativos digitais, aumentando a probabilidade de que a atual fraqueza nos mercados de criptomoedas seja duradoura”, avalia a equipe do JP Morgan.
Conforme noticiado pelo Bolha Crypto, a exchange de criptomoedas Coinbase sentiu a queda do mercado blockchain. Como resultado, teve um prejuízo líquido de US$545 milhões no terceiro trimestre de 2022.
Ademais, o preço das ações COIN teve uma queda de 8%, encerrando a negociação em US$55,80.
Nesse sentido, a principal exchange cripto dos Estados Unidos afirma que não espera que os ursos abandonem o mercado tão cedo.
Embora o meio blockchain tenha visto uma grande entrada de bancos nessa arena nos últimos dias, JP Morgan acredita que muita cautela deve ser tomada.
A instituição financeira informou que os bancos devem tratar como prioridade a proteção do consumidor ao embarcar em experimentos relacionados a criptomoedas.
JP Morgan acredita que medidas de segurança feitas pelos bancos podem proteger os investidores dos riscos de segurança cibernética.
“O que um banco precisa fazer do ponto de vista regulatório e do ponto de vista do cliente é que precisamos proteger nossos clientes. Não podemos perder o dinheiro deles”, disse Umar Farooq, CEO da unidade de blockchain do JPMorgan.