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A NASA divulgou novas imagens da Nebulosa do Caranguejo feitas pelo telescópio Hubble – tiradas 25 anos depois que o icônico observatório observou pela primeira vez o colorido crustáceo cósmico.
Estas novas imagens revelam as nuvens mutáveis de gases sendo expelidas do local de uma poderosa supernova que explodiu no ano de 1054. Era tão brilhante no momento de sua explosão que era visível durante o dia.
Essa supernova deixou para trás o remanescente colorido que vemos hoje, conhecido como Nebulosa do Caranguejoou Messier 1. Encontra-se a 6.500 anos-luz da Terra, na constelação Touro.
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da NASA Telescópio Espacial Hubble fotografaram a nebulosa pela primeira vez em 1999, antes de o observatório ser atualizado com sua Wide Field Camera 3. Astronautas na missão do ônibus espacial STS-125 instalei aquela câmera em 2009dando ao Hubble uma resolução muito maior.
A NASA apontou o Hubble para a Nebulosa do Caranguejo novamente em 2024, revelando filamentos de gás movendo-se para longe do local da supernova progenitora da nebulosa a 3,4 milhões de milhas por hora (5,5 milhões de quilômetros por hora).
Comparadas com as imagens de 1999 do Hubble, as imagens de 2024 revelam mudanças na temperatura, densidade e composição química dos gases da nebulosa. Os astrônomos agora são capazes de estudar como os remanescentes de supernovas como esta mudam ao longo do tempo, e isso graças à posse do telescópio Hubble.
“Temos a tendência de pensar no céu como imutável, imutável”, disse o astrônomo da Universidade Johns Hopkins, William Blair, em um comunicado. Declaração da NASA acompanhando a imagem. “No entanto, com a longevidade do Telescópio Espacial Hubble, até mesmo um objeto como a Nebulosa do Caranguejo revela estar em movimento, ainda em expansão desde a explosão de quase um milénio atrás.”