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Sem dúvidas, uma das maiores descobertas do mercado de criptomoedas é o setor das finanças descentralizadas (DeFi). O ambiente surgiu com o intuito de ser a verdadeira libertação para os indivíduos que não possuem acesso ao setor bancário. No entanto, agentes maliciosos também ocupam esse espaço.
Crimes cibernéticos estão cada vez mais presentes no DeFi. Nesse sentido, o Federal Bureau of Investigation (FBI) dos EUA decidiu tomar medidas para alertar investidores e plataformas sobre esses riscos. Além disso, a agência recomendou um conjunto de precauções que podem impedir que investidores percam dinheiro para criminosos.
De fato, a preocupação do FBI deve ser levada a sério. Afinal, os dados da Chainalysis apontam que, ao somar hacking e roubo de fundos, a exploração do DeFi cresceu muito este ano.
“Até julho de 2022, US$1,9 bilhão em criptomoedas foram roubados em hacks de serviços, em comparação com pouco menos de US$1,2 bilhão no mesmo ponto em 2021”, disse a empresa.
Conforme observado pelo serviço de inteligência americano, os criminosos estão explorando cada vez mais vulnerabilidades nos contratos inteligentes necessários para o funcionamento do DeFi. Como resultado, tokens blockchain estão sendo perdidos para infratores.
“Os criminosos cibernéticos procuram tirar proveito do crescente interesse dos investidores em criptomoedas, bem como a complexidade da funcionalidade cross-chain e a natureza de código aberto das plataformas DeFi”.
De acordo com o FBI, as redes das finanças blockchain devem tomar as seguintes precauções: