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A União Europeia está agora considerando se seu tão esperado euro digital deve ser lançado em blockchains públicos, como Ethereum ou Solana, de acordo com Um relatório do Financial Times. Isso representa uma mudança significativa das discussões anteriores, que se inclinaram para um sistema fechado e com permissão, administrado diretamente pelo Banco Central Europeu (BCE).
Se adotado, esse movimento pode permitir que o euro se conecte diretamente aos mercados de criptografia existentes, facilitando o uso de carteiras, trocas e aplicativos descentralizados. No entanto, há uma grande troca: embora as blockchains públicas aumentem a acessibilidade e a inovação, elas também tornam as transações altamente transparentes, levantando sérias preocupações de privacidade.
O debate ganhou impulso depois que os Estados Unidos aprovaram a Lei Genius, uma lei que define a primeira estrutura clara para os estábulos. Requer emissores de tokens tipos de dólares para manter reservas completas, obter licenças e cumprir os padrões estritos de relatórios. Essa ação rápida de Washington energizou o mercado Stablecoin e reforçou o papel de tokens apoiados por dólares que já dominam o espaço criptográfico.
Para a Europa, a mensagem é clara. Qualquer atraso no lançamento de um euro digital corre o risco de deixar o euro para trás, à medida que o dólar se torna ainda mais poderoso na economia digital.
Embora não seja algo novo, o Banco Central Europeu começou a trabalhar no euro digital em outubro de 2021. O objetivo é garantir que os europeus continuem tendo acesso ao dinheiro do banco central em uma economia mais digital. O projeto também procura complementar o dinheiro em vez de substituí -lo.
Outro objetivo importante é reduzir a dependência de provedores de pagamento não europeus, como Visa e MasterCard, que atualmente processam cerca de 70% das transações da zona do euro. Ao criar sua versão digital do euro, o BCE espera fortalecer a independência financeira da região.
A escolha da rede está no coração do debate. Um euro emitido no Ethereum ou Solana poderia circular livremente nos mercados globais de criptografia, facilitando a adoção transfronteiriça e aumentando a adoção fora da Europa.
Por outro lado, um livro privado daria à supervisão mais rígida do BCE, semelhante à abordagem da China com o Yuan Digital. Os defensores das blockchains públicas veem o alcance global como a maior vantagem, enquanto os críticos destacam os riscos de expor dados financeiros confidenciais.
Além disso, a Europa está observando de perto à medida que outras nações avançam. O Japão aprovou recentemente seu primeiro Stablecoin, com dólar, e a China já está expandindo o uso de seu Yuan digital. Com o estabelecimento do ritmo dos EUA, a UE enfrenta uma pressão crescente para garantir que o euro permaneça competitivo em um sistema financeiro que está se tornando cada vez mais baseado em blockchain.