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Em algumas cidades brasileiras, passam em média mais de duas horas no transporte público, como é o caso de São Paulo (SP). Essa realidade leva muitas pessoas a fazer transferências, Pix, consultar saldo e outras operações bancárias dentro do ônibus, metrô, trem ou barca — essa prática, no entanto, pode trazer vários riscos ao realizá-la sem alguns cuidados essenciais.
A seguir, tire as seguintes dúvidas:
O gerente de serviços de segurança da ISH, Paulo Trindade, aponta que o uso de aplicativos de bancos em ônibus ou metrô pode ser seguro, desde que a pessoa tome certos cuidados contra roubos e furtos, por exemplo.
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Ele explica que o maior perigo não está no uso dos aplicativos em si, mas sim no comportamento do usuário e nas condições do ambiente em que ele está.
Trindade elenca que um dos principais riscos é a exposição da tela para pessoas e agentes maliciosos que podem estar atentos a dados sensíveis, como senhas e credenciais. “Esse ataque é chamado tecnicamente de ‘Shoulder Surfing’, literalmente, ‘surfar pelo ombro da vítima’”, explica o especialista.
O analista de segurança da informação da Tripla, Rafael Magioli, adiciona que o uso descuidado de aplicativos de bancos nesses locais coloca em risco a segurança do titular da conta e pode possibilitar, inclusive, crimes digitais a partir do acesso aos dados para transações ou até mesmo sequestros, caso alguém consiga visualizar valor ou movimentações relevantes.
Rafael Magioli, da Tripla, elencou os seguintes principais riscos:
Trindade afirma que é sempre mais seguro acessar aplicativos de banco através da conexão móvel.
“Empresas sérias de fornecimento de serviços de rede celular também aplicam processos seguros internamente além da comunicação via rede ser protegida por protocolos robustos de criptografia“, explica o especialista.
Ele ressalta que conexões móveis são mais seguras do que o acesso feito por Wi-Fi público. Isso porque redes abertas, como as de shoppings, ônibus ou estações, são alvos frequentes de ataques do tipo “man-in-the-middle” ou “homem no meio” em tradução literal, onde criminosos interceptam dados transmitidos entre o dispositivo e a internet, podendo obter informações sensíveis e roubo de dados.

Os especialistas listaram as principais práticas para se proteger ao acessar apps de bancos em ônibus e metrô:
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