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Acessar um site ou um aplicativo é uma tarefa simples: basta digitar o endereço ou entrar na plataforma para ver o resultado em poucos segundos. Durante esse breve período, há uma série de processos que acontecem entre o dispositivo, o servidor e o endereço final para transferir todas as informações.
Os navegadores e a própria conexão com a internet cuidam dessas ações — caso contrário, abrir uma simples página seria uma tarefa muito mais demorada e dependeria da paciência do usuário. O Canaltech explica esse caminho:
É possível dividir esse processo em três etapas:
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O primeiro passo é conectar o dispositivo que será usado. Pode ser celular, tablet, computador, relógio, e por aí vai.
Quando o aparelho acessa a rede, ele automaticamente recebe um endereço IP, que vai servir para identificá-lo e localizá-lo na hora de fazer um pedido — toda a web funciona a partir de endereços IPs, incluindo os sites e aplicativos acessados.
Em seguida, é hora de digitar o endereço do site no navegador e fazer o pedido. No entanto, a web não funciona a partir dos textos: as URLs são criadas para facilitar a navegação pelos humanos, mas os sistemas operam apenas com os números de endereço IP.
Para isso, o servidor DNS entra em ação. O recurso funciona como uma grande agenda que associa uma URL para cada IP e então permite acessar as páginas.
É como se você falasse “quero acessar canaltech.com.br”, e então o DNS localiza o número correspondente ao endereço. O dispositivo, envia um pedido de dados para o servidor do site e o roteador transfere esses pacotes de dados para o destino.
Quando o pedido chega ao site, os servidores trabalham para analisar a requisição e entregar todas as informações necessárias (textos, links, imagens e por aí vai). Normalmente, a conexão entre aparelho e servidor ocorre pelos protocolos HTTP (Hypertext Transfer Protocol) ou HTTPS, uma versão mais segura e protegida por criptografia.
A resposta ao pedido é organizada em pacotes de dados que voltam ao endereço IP do dispositivo. O navegador, então, organiza todos os pacotes e interpreta os códigos para mostrar o conteúdo na tela.

A cada nova interação, como clicar num link ou enviar uma mensagem, o processo se repete. Em resumo, funciona assim:
O processo mencionado é o funcionamento mais simples da web, mas a navegação ainda conta com recursos complementares como cookies e rastreadores.
Os cookies funcionam como pequenos fragmentos de dados salvos pelos sites ou pelo próprio navegador — com essas informações, as páginas conseguem “lembrar” de informações que facilitam a navegação, incluindo os dados de login para manter a conta conectada.
Existem, ainda, cookies feitos por terceiros com o objetivo de coletar dados sobre a atividade do usuário e usá-los para otimizar anúncios.
Os rastreadores, por sua vez, são ferramentas que monitoram a atividade online e coletam dados para diferentes plataformas.
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Leia a matéria no Canaltech.