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A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) admitiu o Incidente de Assunção de Competência (IAC 21) para analisar a viabilidade jurídica e ambiental da exploração de óleo e gás de fontes não convencionais, como o xisto, mediante a…

O Ministério da Educação anunciou nesta segunda-feira (19) novas diretrizes para a oferta de cursos de graduação a distância no Brasil. Entre as mudanças, o destaque vai para a proibição da oferta do curso de Direito na modalidade totalmente on-line.…

O Supremo Tribunal Federal (STF) irá decidir se é constitucional uma regra do Estatuto dos Militares (Lei 6880/1980) que restringe o acesso em cursos de formação ou graduação de oficiais e de praças que exijam regime de internato. Segundo essa…

Ednaldo Rodrigues, ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), comunicou ao STF a desistência do pedido para reassumir a presidência da entidade. A manifestação foi dirigida ao ministro Gilmar Mendes, relator do caso. Segundo o documento, a decisão visa “restaurar a paz no futebol brasileiro” e encerrar o ciclo de litígios e disputas judiciais relacionados à gestão da CBF. A defesa solicitou que a petição anterior, na qual Ednaldo contestava a decisão do TJ O texto afirma que “este gesto, sereno e consciente, representa o esforço do Peticionário em deixar para trás este último ato do litígio, rejeitar narrativas que ferem sua honra e a de sua família, e reafirmar, perante esta Suprema Corte, seu compromisso com o respeito à Justiça, à verdade dos fatos e à estabilidade institucional da Confederação Brasileira de Futebol”. Ednaldo também informou que não será candidato nas eleições convocadas pelo interventor Fernando Sarney, marcadas para 25 de maio, e que não apoia qualquer chapa ou nome na disputa. A decisão, conforme a petição, foi motivada por apelo familiar e pelo entendimento de que a continuidade do conflito institucional comprometeria a estabilidade do futebol nacional. REALIZAÇÕES E DEFESA A defesa do ex-presidente detalha no documento as conquistas obtidas durante sua gestão, como a consolidação financeira da CBF, a contratação de Carlo Ancelotti para a seleção brasileira, a criação de novas competições de base e femininas, o combate à manipulação de resultados e o fortalecimento da governança e da integridade jurídica da entidade. São mencionadas iniciativas institucionais reconhecidas pela FIFA e CONMEBOL, além de relatos de perseguição pessoal e institucional sofrida por Ednaldo, especialmente por ser nordestino e negro, “alvo de ataques difamatórios orquestrados por setores inconformados com sua atuação firme, ética e transformadora”. “Por duas vezes, foi vítima de movimentos de exclusão política promovidos por particulares que expressam resistências estruturais ao fato de um nordestino negro ocupar o cargo mais alto do futebol nacional.” A petição reafirma a autenticidade da assinatura do ex-presidente Coronel Nunes no acordo homologado pelo STF em 2024 — contrariamente ao que apontou decisão do TJ/RJ — e junta laudo pericial e relatório médico recente para reforçar a tese. CRISE INSTITUCIONAL NA CBF A crise teve início em dezembro de 2023, quando o TJ/RJ destituiu Ednaldo Rodrigues da presidência da CBF, considerando ilegal o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado entre a entidade e o Ministério Público do RJ, que embasou sua eleição em 2022. O tribunal entendeu que o MP não teria legitimidade para intervir na governança de uma entidade privada. O TAC foi celebrado em março de 2022 com o objetivo de encerrar disputas judiciais que se arrastavam desde 2017, quando o MP questionou alterações estatutárias feitas sem participação dos clubes. Essas mudanças deram poder de voto apenas às federações estaduais sobre as regras eleitorais, gerando forte contestação quanto à legitimidade das eleições seguintes, incluindo a de 2019. Para sanar irregularidades e garantir segurança jurídica à eleição de 2022, o MP e a CBF firmaram o TAC, que reconheceu como válidas as assembleias de março daquele ano, incluindo a que elegeu Ednaldo para o quadriênio 2022-2026. O acordo foi homologado judicialmente e previa regras mais inclusivas para futuras eleições. Após a decisão do TJ/RJ, o ministro Gilmar Mendes, do STF, concedeu liminar em janeiro de 2024, restaurando Ednaldo ao cargo. Em fevereiro de 2025, o mesmo ministro homologou o acordo, entendendo que ele assegurava a autonomia da entidade e privilegiava soluções extrajudiciais no âmbito esportivo. Em maio de 2025, desembargador do TJ A decisão invalidou o acordo, determinou o afastamento da diretoria, nomeou Fernando Sarney como interventor e convocou eleições para 25 de maio. A defesa de Ednaldo acionou o STF para suspender a decisão estadual e o pleito eleitoral. Em 18 de maio, Gilmar Mendes negou liminar e determinou a oitiva das partes. No dia 19 de maio, Ednaldo formalizou sua desistência de retornar à presidência e declarou que não será candidato nas novas eleições, encerrando sua disputa judicial pelo cargo.…

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), advertiu nesta segunda-feira (19) o general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, durante audiência de testemunhas no inquérito que apura a tentativa de golpe para impedir a posse do…

A juíza Dayna Leão Tajra Reis Teixeira, do 2º Juizado Especial Cível de Imperatriz (MA), aplicou multa por litigância de má-fé a um consumidor que tentou anular um contrato de empréstimo consignado considerado legítimo. Além disso, determinou o envio de…

A 4ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve, por unanimidade, a condenação do Distrito Federal ao pagamento de indenização por danos morais e materiais a uma família em razão de falhas no…

O Conselho da Justiça Federal (CJF) publicou, no último dia 13, a Resolução 943/25, que estabelece normas para a convocação temporária de juízes federais em regime remoto para auxiliar unidades judiciárias sobrecarregadas de outras regiões. O destaque da medida é…

A Justiça Federal determinou que a União apresente, em até 20 dias, explicações sobre os gastos da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, em viagens internacionais. A própria Janja também foi notificada para se manifestar no processo. A decisão é…

Vestido com camisa amarela e com um mapa do Brasil ao fundo, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acompanhou nesta segunda-feira (19), por videoconferência, os primeiros depoimentos tomados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A audiência, conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes, marca o início da instrução da ação penal que envolve Bolsonaro e outros sete integrantes do chamado “núcleo 1”, apontado como o grupo central da articulação golpista. Também participaram da audiência, remotamente, os ex-ministros Walter Braga Netto (único preso), Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira. Braga Netto acompanha os depoimentos da Vila Militar, no Rio de Janeiro, ao lado de seus advogados. PRIMEIRAS OITIVAS As oitivas desta segunda-feira foram destinadas às testemunhas arroladas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Advogados, jornalistas e interessados previamente inscritos puderam acompanhar a audiência online. Embora não seja comum a presença do relator nas oitivas, Moraes optou por participar da sessão inaugural, que contou ainda com os ministros Cármen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin. Na sala de audiências, apenas Moraes esteve fisicamente presente. Na abertura, o ministro esclareceu que todos os depoimentos serão gravados e disponibilizados nos autos apenas após o encerramento da fase de instrução, para evitar que uma testemunha influencie outra. “Todos os depoimentos são públicos. Advogados e imprensa com interesse foram autorizados a acompanhar”, disse. TESTEMUNHAS OUVIDAS Entre os ouvidos nesta segunda-feira estiveram: Inicialmente, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), também seria ouvido, mas a PGR desistiu de sua oitiva. A defesa de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e também réu, optou por não manter Ibaneis como testemunha. OS RÉUS DO NÚCLEO 1 Além de Bolsonaro, o grupo inclui: O post