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As saídas de derivativos de US$ 48 milhões reduziram os juros em aberto para US$ 270 milhões, desencadeando pressão de liquidação em todo o mercado.
As entradas à vista aumentaram US$ 13,7 milhões, enquanto as IFM permaneceram acima de 50 – mostrando que os compradores reconstruíram silenciosamente o ímpeto.
Bittensor [TAO] viu uma queda acentuada de 15% nas últimas 24 horas depois que os investidores reagiram à consideração da Grayscale de listar o ativo. A correcção reflectiu uma reavaliação do valor do TAO, mas atraiu uma procura renovada por parte dos comerciantes ansiosos por acumular mais.
Até o momento, o TAO foi negociado perto de US$ 403, recuperando-se ligeiramente de sua baixa intradiária perto de US$ 370. Ainda não está claro se essa demanda poderá sustentar novos máximos.
As saídas de derivativos no mercado foram o principal fator por trás da recuperação fracassada do TAO.
De acordo com Dados CoinGlassmais de US$ 48 milhões saíram de posições de derivativos, reduzindo os juros em aberto para cerca de US$ 270 milhões em relação ao pico anterior de cerca de US$ 340 milhões.
O Índice geral de volume de negociação de derivativos também caiu perto de 0,90, indicando que os vendedores mantiveram o domínio nos mercados de futuros.
Tais condições alinham-se historicamente com períodos de correção prolongada de preços, deixando o TAO vulnerável a novas desvantagens se os clusters de liquidação se expandirem.
Os investidores spot, no entanto, não recuaram. Muitos viram a recente queda dos preços como uma oportunidade para comprar mais moedas.
Entre 14 e 16 de outubro, os endereços Spot acumularam cerca de US$ 13,7 milhões em TAO – uma sequência de compras de três dias refletindo a confiança na força do token a longo prazo.
Os dados da CoinGlass mostraram que tanto a Binance quanto a OKX mantiveram índices de volume positivos de 2,33 e 1,15, sugerindo que os traders nesses locais estavam otimistas, apesar da pressão de venda em todo o mercado.
A taxa de financiamento ponderada por juros abertos ficou positiva, implicando que os detentores de posições longas estavam pagando taxas de financiamento – uma configuração frequentemente associada a expectativas de recuperação de preços no curto prazo.
Indicadores técnicos sugeriram que uma recuperação poderia estar em andamento para o TAO.
Uma análise ao Índice de Fluxo de Dinheiro (MFI) mostrou que este entrou na zona de alta acima de 50 – uma área frequentemente seguida por uma forte dinâmica de preços.
Entretanto, a linha Acumulação/Distribuição (A/D) apresentou tendência ascendente, reflectindo uma acumulação renovada mesmo com o arrefecimento dos preços.
Se esses indicadores continuarem a subir, o TAO poderá recuperar o impulso em direção à zona de US$ 450. No entanto, saídas sustentadas ou outro fluxo de derivativos podem compensar a configuração altista de curto prazo.