Sensor de ar MAIA em funcionamento em Adis Abeba

Este sensor de ar montado no telhado em Adis Abeba, capital da Etiópia, é um dos 10 usados ​​pelo Multi-Angle Imager for Aerosols da NASA (MAIA) para estudar a qualidade do ar da cidade. Os sensores de ar do MAIA fornecem uma visão detalhada de partículas com 2,5 micrômetros ou menos de diâmetro, também conhecidas como PM2,5, uma das formas mais mortais de poluição do ar no mundo.

O carbono negro, ou fuligem, é um componente importante da poluição particulada em Adis Abeba e é produzido por veículos a diesel, incêndios e outras fontes de combustão. Medições detalhadas dos sensores de ar MAIA revelam como a poluição muda de acordo com a hora do dia e a estação, incluindo picos produzidos pelo trânsito na hora do rush e pelas celebrações de feriados. As descobertas são relevantes para cidades de todo o mundo, inclusive nos Estados Unidos.

O Relatório sobre o Estado do Ar Global de 2025, citado no artigo, estima que estas partículas, algumas das quais são suficientemente pequenas para entrar na corrente sanguínea humana, estão ligadas a cerca de 4,9 milhões de mortes em excesso por ano em todo o mundo. Dos muitos tipos de PM2,5, o carbono negro, em particular, tem sido associado a impactos no baixo peso à nascença, no desenvolvimento do cérebro, nas condições respiratórias e na mortalidade prematura.

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