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Os tocadores de CD portáteis estão ganhando uma nova chance no mercado. A fabricante chinesa Shanling anunciou o EC Zero T MAX, um player de CDs que resgata o visual clássico dos antigos Discman, combinando o formato retrô com recursos modernos como bateria recarregável, Bluetooth e uma construção premium em alumínio.
Voltado para o público audiófilo, o modelo aposta em componentes de alta qualidade para oferecer uma experiência sonora superior à dos tocadores portáteis tradicionais. O grande destaque é a utilização da arquitetura R2R “Kunlun”, desenvolvida pela própria Shanling.
Segundo a fabricante, a tecnologia entrega médios e agudos mais delicados, além de um palco sonoro amplo e natural, características bastante valorizadas por entusiastas de áudio de alta fidelidade.
O novo player oferece uma saída balanceada de 1.300 mW em 32 ohms, além de uma saída convencional de 361 mW em 32 ohms. O aparelho também conta com dois níveis de ganho, permitindo ajustar a potência de acordo com o tipo de fone de ouvido utilizado.
Diferente dos antigos Discman, que normalmente utilizavam pilhas AA, o EC Zero T MAX vem equipado com uma bateria de lítio de 5.500 mAh, eliminando a necessidade de trocar pilhas constantemente.

O corpo do aparelho é construído em liga de alumínio usinada por CNC, com acabamento na cor titânio. O player também possui uma tampa superior em vidro temperado, que deixa parte do mecanismo interno visível e reforça o visual sofisticado.
Outro diferencial é a interface do sistema, que permite escolher entre nove temas de cores para personalizar a aparência da tela. O modelo também oferece conectividade Bluetooth, permitindo utilizar fones de ouvido sem fio, além da conexão tradicional para equipamentos com cabo.
O Shanling EC Zero T MAX começa a ser vendido na China em 18 de julho pelo preço sugerido de 3.598 yuans (cerca de R$ 2.700, em conversão direta, sem impostos).
Por apostar em componentes de alta qualidade e acabamento premium, o novo “Discman” está longe de ser um produto de entrada, mas mostra que o mercado de áudio portátil ainda reserva espaço para aparelhos dedicados aos fãs de mídia física e alta fidelidade.
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