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O produtor de Resident Evil Requiem, Masato Kumazawa, discutiu a possibilidade de um jogo da franquia survival horror se passar no Japão. Em entrevista ao Futaman, o produtor afirmou acreditar que levar Resident evil para a Terra do Sol Nascente é algo que pode acontecer no futuro, e que o país já foi cogitado pela Capcom anteriormente.
“Acho que todo fã japonês de Resident Evil com certeza já pensou em uma ambientação no Japão, e eu mesmo também já considerei isso”, comenta Kumazawa. Ele explica que, como a série é desenvolvida majoritariamente por uma equipe japonesa, provavelmente todo o time de desenvolvimento já pensou em levar o T-Vírus ao país.
O palco principal de Resident Evil fica nos Estados Unidos, embora a franquia survival horror já tenha explorado a Europa em Resident Evil Village e Resident Evil 4, além da África Ocidental no quinto título numerado da série. “Embora o Japão ainda não tenha aparecido como cenário para os jogos, acho que isso pode acontecer em algum momento no futuro”, conta o produtor.
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Alguns fãs reagiram de forma positiva ao comentário de Kumazawa e acreditam que o Japão pode ser um cenário ideal para surtos virais, em especial por sua geografia com ilhas isoladas. No entanto, alguns usuários temem que a Capcom use cenários de vilas japonesas em um possível Resident Evil no Japão. Vale lembrar que diversos outros jogos são ambientados no país, como Silent Hill f, Fatal Frame e Siren.

Apesar da produtora nunca ter criado um jogo da linha principal do survival horror no país nipônico, a franquia flertou algumas vezes com o Japão, em especial com seus personagens. É o caso do protagonista do mangá oficial Biohazard Heavenly Island, Takeru Tominaga. Há também personagens com ascendência japonesa nos jogos, como Yoko Suzuki, de Resident Evil Outbreak, e Jill Valentine.
Kumazawa ressaltou que Resident Evil Requiem não será o fim da franquia. Apesar do título encerrar o arco de Leon S. Kennedy contra o bioterrorismo, a Capcom planeja contar histórias de outros personagens que não deram as caras no último game.
O produtor destacou o desejo de experimentar novas mecânicas ao passo que mantém os elementos principais da série. Este foi o caso da possibilidade de alternar entre as perspectivas em primeira e terceira pessoa em Resident Evil Requiem ou o conceito do Megamiceto de Resident Evil Village.
Em nossa review de Resident Evil Requiem, destacamos como o survival horror se tornou a obra-prima definitiva do terror e como a divisão de estilos entre Leon e Ash Craft funciona bem.
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