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Depois de mostrar um conceito de câmera modular magnética para celulares na MWC 2025, na Espanha, parece que a Xiaomi está pronta para transformar a ideia em produto real. Segundo informações do conhecido leaker Smart Pikachu, o próximo top de linha da marca (possivelmente o Xiaomi 18) já chegará ao mercado compatível com esse tipo de acessório modular.
De acordo com os vazamentos, a fabricante estaria testando lentes magnéticas e teleobjetivas “snap-on” que podem ser acopladas diretamente ao conjunto de câmeras do aparelho. A proposta seria transformar o smartphone em uma espécie de câmera profissional modular, sem comprometer a espessura do dispositivo no uso diário.
É interessante considerar que várias marcas já apostaram muito dinheiro em smartphones modulares, mas nenhuma conseguiu sucesso com essa abordagem até agora.
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O LG G5 talvez tenha sido o exemplo mais chamativo, lançado em 2016, mas acabou se tornando um caso clássico de fracasso comercial. A própria Motorola também tentou algo parecido com a linha Moto Z e seus “Mods”, abandonando a ideia poucos anos depois.
A diferença aqui é que a Xiaomi não quer reinventar o celular inteiro, apenas a câmera. Em vez de trocar bateria, alto-falante ou projetor, o foco está em melhorar a fotografia com hardware físico adicional, algo que faz mais sentido para o usuário comum.









Além da novidade modular, a linha Xiaomi 18 deve trazer um pacote de hardware de ponta. Os aparelhos devem ser equipados com o novo Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro, acompanhado de até 16 GB de RAM LPDDR6 e armazenamento que pode chegar a 1 TB no padrão UFS 5.0.
No modelo Pro, os rumores indicam uma bateria de até 7.000 mAh e um conjunto de câmeras ainda mais agressivo, com sensores de até 200 MP, incluindo lente principal e periscópica.
Outro ponto curioso é a mudança no design. A Xiaomi estaria testando um formato mais estreito para facilitar o uso com uma mão, algo que vai na contramão da tendência de telas cada vez maiores.
Além disso, o sistema HyperOS deve passar por otimizações para suportar novos formatos de tela e até integração futura com dobráveis, indicando que a empresa está pensando em um ecossistema mais amplo.
Leia a matéria no Canaltech.