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O Xiaomi Tag acaba de receber sua homologação na Anatel, sob o número de modelo M2543T1, e já está autorizado para ser comercializado no Brasil. O rastreador, que concorre diretamente com o Apple AirTag, foi lançado silenciosamente nos mercados europeus e chegará ao país com o diferencial de funcionar tanto com iPhone quanto com Android.
Porém, ainda não há data oficial de lançamento nem preço confirmado para o mercado brasileiro.
Diferente do AirTag, restrito ao ecossistema da Apple, o Xiaomi Tag usa Bluetooth 5.4 e NFC para ser detectado tanto pelo Find Hub do Google quanto pelo Buscar da Apple.
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Na prática, qualquer celular moderno nas proximidades pode ajudar a localizar o objeto perdido, independentemente da marca.

O dispositivo tem 7,2 mm de espessura, acabamento em plástico branco e funciona com bateria CR2032 substituível, com autonomia estimada de um ano.
O ponto de atenção é a ausência de suporte a Ultra Wideband (UWB). Neste ano, a Apple atualizou o AirTag com um chip UWB de segunda geração que indica a direção exata do objeto a poucos centímetros.

Enquanto o modelo da Xiaomi depende da proximidade via Bluetooth para localização.
Vale mencionar que códigos encontrados no sistema HyperOS sugerem que uma versão Pro com UWB pode estar em desenvolvimento, mas nada foi confirmado pela fabricante.
Na França, o rastreador chinês é vendido por € 17,99 (~R$ 110) a unidade, ou € 59,99 (~R$ 370) no pacote com quatro unidades. Assim, podemos estimar que a Xiaomi Tag será lançada no Brasil com um preço competitivo, mesmo considerando impostos e custos de importação
Com a homologação concluída, é provável que a Xiaomi anuncie a chegada ao Brasil em breve.
Leia a matéria no Canaltech.