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A diversificação continua a ser central para a estratégia dos investidores.
Inclinando-se para isso, Ações REX introduziu o ETF REX Growth & Income Universe (GIF). Combina seus nove ETFs em um único fundo, oferecendo exposição “diversificada” que inclui ativos criptografados.
Em outras palavras, diferentemente do tradicional Bitcoin [BTC] ou Ethereum [ETH] ETFs que rastreiam uma única classe de ativos, o GIF distribui o risco por várias ações, abrangendo setores de tecnologia, varejo, saúde e setores relacionados à criptografia, tornando-se uma abordagem de investimento estruturalmente mais ampla.
Olhando para os detalhes, três dos nove ETFs subjacentes estão diretamente vinculados à criptografia – MSII (Strategy, conhecida por suas participações em BTC), COII (Coinbase, uma bolsa de criptografia) e HOII (Robinhood, que oferece negociação de criptografia).
Do ponto de vista estrutural, cada ETF visa uma exposição de 1,25x às suas ações e utiliza opções de compra cobertas em cerca de metade das suas participações para gerar rendimento semanal. Enquanto isso, o restante permanece investido para se beneficiar caso o preço das ações suba.
Em termos práticos, a REX Shares está a tentar combinar um rendimento estável com uma valorização sustentada das ações, ao mesmo tempo que mantém intacta a diversificação. No entanto, conforme observado pela AMBCrypto, isto também levanta uma questão estrutural.
Os ciclos recentes viram reduzir pela metade os retornos encolhem em meio a fluxos mais pesados de ETF. Num tal ambiente, a abordagem das Ações REX reflete uma mudança no sentido de uma exposição criptográfica mais gerida pelo risco, ou corre o risco de limitar ainda mais o lado positivo?
A diferença entre os ETFs tradicionais e o REX está na estrutura.
ETFs tradicionais normalmente rastreiam um índice (como Bitcoin), mantêm exposição 1x e contam com a valorização do preço para obter retornos. O modelo da REX, por outro lado, aumenta a alavancagem e as opções de compra cobertas para gerar renda semanal.
Por que isso importa? Como observa a AMBCrypto, é aqui que a mudança se torna clara. As ações REX estão se inclinando para o “rendimento projetado” em relação ao cripto beta puro, refletindo o impulso de resfriamento visto nos ETFs tradicionais.
Tomemos como exemplo o iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock.
Nos mercados sem risco, o IBIT vê saídas significativas, amplificando a pressão negativa. Com dois trimestres negativos consecutivos, o fundo caiu quase 50%, sublinhando a volatilidade associada à exposição a um único activo.
O resultado? As saídas prolongadas limitam a acumulação de BTC. As Ações REX, por outro lado, concentram-se numa combinação de exposição diversificada e geração de rendimento, em vez de depender apenas de movimentos de preços. Isso o torna mais alinhado à atual realidade do mercado pós-halving.