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Conforme os anos passam, vemos cada vez mais jogos que optam por contar histórias impactantes e emocionantes das mais diversas formas possíveis. Seja por meio de grandes empresas AAA ou de pequenos estúdios independentes, os games inovam em suas narrativas, e 2025 não foi diferente.
Um excelente exemplo de criatividade na narrativa de jogos é justamente Clair Obscur: Expedition 33, um JRPG francês que conquistou o coração de muitos jogadores por seu world-building, personagens cativantes e história com reviravoltas de cair o queixo.
Pensando nas melhores histórias do ano, o Canaltech reuniu cinco jogos com narrativas que nos fizeram chorar ou refletir em 2025. É uma lista totalmente subjetiva, visto que cada pessoa é impactada por temas específicos. Também vale notar que não se trata de um ranking “do pior ao melhor”.
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Clair Obscur: Expedition 33 varreu as premiações no The Game Awards 2025, levando nove categorias para casa e ultrapassando The Last of Us Parte 2 como o maior vencedor do TGA. E não é para menos. O JRPG da francesa Sandfall Interactive entrega trilha sonora, gameplay, mecânicas e visuais com maestria.

Um dos pontos mais fortes de Expedition 33 é, na verdade, sua narrativa. Apesar de ser um estúdio um tanto inexperiente no desenvolvimento de games, a Sandfall Interactive conseguiu entregar uma trama corajosa e com reviravoltas explosivas, sacrificando elementos logo na primeira parte do jogo. O worldbuilding de Lumiere é algo a se elogiar de pé.
O primeiro Death Stranding foi icônico por dividir a opinião de todos. Embora a excentricidade de Hideo Kojima possa ser um obstáculo para alguns jogadores, não podemos negar o quão genial o criador de tantas franquias amadas foi ao lançar um jogo sobre conexões e isolamento em pleno 2019, um ano antes da pandemia de Coronavírus.

Esperamos não ter nada parecido com 2020 no futuro, é claro. Voltando ao jogo, Death Stranding 2: On the Beach não só aprofunda temas como conexão, luto e isolamento, mas também os apresenta sob uma perspectiva autoral que apenas Kojima poderia nos proporcionar.
Não se engane com toda a comédia por trás de Dispatch. Claro, o lado cômico é a verdadeira estrela do show, mas há muitos momentos impactantes e reflexões sobre o papel que desempenhamos e o poder que temos.

Dispatch é uma daquelas aventuras que deixam uma marca, principalmente porque estamos falando de um jogo de narrativa com escolhas bem complexas, à moda Telltale. Há certos momentos que vão fazer você chorar, apesar de ser uma história mais otimista no fim das contas.
Carimara é uma experiência curta, porém muito marcante pelo seu estilo gráfico e pela maneira como os desenvolvedores da Bastinus Rex contaram a história. No jogo, assumimos o papel de Carimara, uma espécie de feiticeiro que precisa libertar a alma de um fantasma no porão de uma senhora estranha.

Estamos falando de um jogo essencialmente de investigação, quase um point and click 3D. A história fica ainda mais bizarra conforme vamos descobrindo os segredos da senhora. O melhor de tudo é quando saímos da aventura linear e paramos em lugares totalmente bizarros. Apesar de não ter tanto o “fator choro”, definitivamente é uma história muito impactante.
Da série de jogos feitos única e exclusivamente para você chorar, and Roger foi, com certeza, um dos títulos mais impactantes do ano para muitos. Na trama, acompanhamos uma menina chamada Sofia que, ao acordar, percebe que seu pai havia sumido.

Ao explorar a casa, a menina se depara com um estranho dormindo na sala, e é aí que a história começa. Não podemos revelar muito para não estragar a experiência. Um dos pontos altos do jogo é a forma como ele narra os fatos por meio de microgames e pequenas interações, permitindo um maior engajamento com a narrativa. Recomendamos não buscar nenhuma informação sobre and Roger antes de jogar.
Conclusão Um dos poderes dos jogos, além de conectar pessoas e tirá-las do mundo tão cruel em que vivemos, é justamente o ato de contar histórias poderosas que mexem até com o mais apático dos gamers.
Esses são os cinco jogos com narrativas que nos fizeram chorar ou refletir em 2025:
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