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No dia 1º de agosto de 2025, entrou em vigor o aumento da mistura de etanol na gasolina vendida nos postos brasileiros. A concentração passou de 27% para 30% e a expectativa era de uma redução do valor do combustível, que não aconteceu.
O aumento da mistura foi aprovado no mês de junho pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), mas já vinha sendo estudado pelo Governo Federal desde o ano passado.
Quando a medida foi aprovada, o Ministério de Minas e Energia (MME) esperava uma redução de cerca de R$ 0,13 no valor final da gasolina, enquanto o Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) algo em torno de R$ 0,11.
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Porém, isso não foi sentido nas bombas logo após o início do mês de agosto. Os preços que já eram aplicados na mistura de 27% foram mantidos após a chegada da “nova gasolina”.
Isso acontece porque a redução do valor é esperada a médio ou até longo prazo. Portanto, as possíveis reduções de valor podem acontecer no futuro.

Assim como a gasolina, o diesel passou a contar com uma porcentagem maior de biodiesel em sua composição após o dia 1º do mês de agosto de 2025.
A nova mistura aprovada pelo conselho agora é 15%, contra os 14% que eram praticados anteriormente.
O preço do combustível pode ser bem volátil em alguns momentos, com aumentos e reduções constantes ao longo de um único ano, por exemplo.
Mas algumas dessas reduções, como as anunciadas pela Petrobras, no caso da gasolina, acabam não chegando ao consumidor final, mas somente para as distribuidoras.

A diminuição de preço não é repassada pelos postos para as bombas e os valores da gasolina, etanol ou diesel se mantém os mesmos após o anúncio.
Em entrevista a revista Veja, Renato Mascarenhas, diretor de rede, operações e transformação da Edenred Mobilidade, afirmou que as reduções “nem sempre são repassadas ao consumidor final”. Segundo ele, isso acontece por diversos fatores, como: dinâmicas regionais de distribuição e margens de preço praticadas pelos postos.
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