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Usar inteligência artificial para escrever e-mails, posts de redes sociais e textos de blog se tornou comum, então é normal ficar na dúvida se um post específico usou a tecnologia ou não. Para isso, alguns truques ajudam a identificar se um texto foi escrito por IA.
Vale reforçar que as IAs se desenvolvem com o tempo e podem perder alguns “vícios” de linguagem, mas ainda é possível notar um padrão nas criações de ChatGPT, Gemini, Claude e outros serviços.
Além disso, o eventual uso da tecnologia não significa que um texto é 100% artificial: às vezes, o autor pode ter usado a ferramenta para revisar ou refinar alguns trechos. A seguir, o Canaltech traz alguns possíveis sinais de que uma IA foi colocada para trabalhar.
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Os sinais são:
O símbolo de travessão se tornou “sinônimo” dos textos de IA. Quando os chatbots começaram a se difundir, muitos textos gerados pelas plataformas tinham o caractere como uma forma de criar pausas na leitura.
O vínculo foi tão grande que a OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT, fez um ajuste para reduzir o uso do símbolo em 2025.

“Não é sobre X, é sobre Y”: se você viu um texto com uma frase impactante do tipo no começo, provavelmente se trata de algo feito por IA. É comum que as plataformas usem uma relação de oposição para justificar um argumento.
A construção dos textos de IA normalmente usa frases muito curtas e diretas, como se a leitura tivesse um único “ritmo”. Textos feitos por humanos podem alternar entre sentenças curtas e mais longas para criar uma experiência de leitura mais diversa e menos consistente.
Os detalhes já mencionados anteriormente ajudam a criar uma estrutura muito uniforme dos textos feitos por IA. A tecnologia não costuma “fugir” do padrão habitual e se torna repetitiva em redes sociais e blogs.

Os textos artificiais usam frases impactantes para provar um ponto, mas falham na hora de aprofundar a argumentação ou justificar uma escolha. As frases curtas são repletas de adjetivos para provar um ponto, sem trazer mais contexto ou detalhes adicionais.
Errar é humano, então um respectivo texto também pode conter imperfeições. Sem a devida instrução prévia, textos artificiais podem ser muito formais, mesmo em cenários que permitem gírias e uma abordagem mais informal.
Em alguns casos, a IA cria uma introdução (“Claro! Aqui está o texto sobre o tema”) ou um encerramento (“Quer que eu explique como funciona alguma coisa?”). Esses trechos não devem aparecer no conteúdo final, mas podem ser publicados com o “copia e cola” e indicam uso da tecnologia.

É importante reforçar que as dicas mencionadas servem para identificar possíveis usos da tecnologia. Isso não impede que textos feitos por humanos sigam os mesmos padrões, especialmente diante de um cenário em que os conteúdos criados por IAs se tornam mais populares e podem ser usados como referência.
Ainda existem caminhos para usar a tecnologia e fugir dos vícios de linguagem. O diferencial envolve treinar e personalizar ao máximo a IA: experimente fazer um prompt bem detalhado sobre como deve ser o estilo de escrita e envie alguns textos criados que podem servir como referências.
Leia a matéria no Canaltech.