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O começo do ano requer atenção redobrada para golpes que exploram situações como a declaração do imposto de renda, pagamento do IPTU, e afins. No geral, as fraudes ocorrem após o envio de mensagens com links para fazer cobranças falsas ou coletar dados pessoais.
A seguir, confira:
As pendências do IPVA e IPTU são, anualmente, tema de tentativas de fraude no Brasil. Além dos boletos falsos enviados por carta ou e-mail, são disparados links por mensagens de texto (SMS) ou WhatsApp com a informação de que o pagamento do imposto estaria atrasado.
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Os endereços, no entanto, encaminham para páginas falsas, que se passam por portais de governos estaduais, por exemplo. Através delas, agentes maliciosos tentam induzir as vítimas a fazer transferências via Pix para contas de terceiros, com o pretexto de regularizar a situação.
A declaração do Imposto de Renda de Pessoas Físicas (IRPF) também é explorada por golpistas. A abordagem é similar à abordagem do IPVA e IPTU, pois começa por uma mensagem ou e-mail falso se passando pela Receita Federal, com um suposto aviso de irregularidade.
No comunicado, também há um link que leva para um site falso. Nele, os golpistas miram tanto em dados pessoais das vítimas, como CPF, endereço e data de nascimento, quanto na cobrança de taxas inexistentes para “resolver” a situação.
Do outro lado, Microempreendedores Individuais (MEIs) encaram uma ameaça anual: os avisos de cancelamento do CNPJ devido à falta de pagamento do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), também enviados por mensagem ou e-mail.
A lógica é similar ao golpe envolvendo o IRPF, e busca levar a um site que imita os canais oficiais da Receita Federal para fazer cobranças fraudulentas. A abordagem explora a declaração do MEI, que só pode ser feita após a quitação dos impostos do ano-calendário em vigor.
A abordagem com a máquina de cartão quebrada não é necessariamente algo sazonal, mas que pode ocorrer em viagens de férias no começo do ano ou em festas durante o carnaval, por exemplo.
A fraude opera através de uma maquininha “quebrada”. Neste caso, o vendedor afirma que a tela está com problema, impedindo o comprador de confirmar o preço antes de passar ou aproximar o cartão. Na sequência, é feito um pagamento de um valor superior ao combinado.
O golpe do brinde atua de duas formas, mas utiliza a mesma “armadilha”: a entrega de um suposto presente de uma empresa conhecida para celebrar o ano novo e demais datas comemorativas.
De um lado, ao entregar o “brinde”, é cobrada uma taxa de entrega seguindo a mesma abordagem do golpe da maquininha com defeito. Do outro, é solicitado um reconhecimento facial em um app no celular do golpista para liberar o pacote, com intuito de abrir uma conta bancária ou pedir um empréstimo no nome da vítima, por exemplo.
O primeiro cuidado para fugir de golpes é a desconfiança. Em outras palavras: desconfie de qualquer abordagem imediatista e alarmista, como avisos de irregularidades, ou com promessas “boas demais para ser verdade”.
A seguir, confira algumas dicas para se proteger de fraudes:
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