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Um celular cuja bateria acaba rapidamente é frustrante – mas muitas vezes, também é evitável. Algumas configurações que parecem inofensivas podem, na verdade, drenar a carga mais rápido do que você imagina. A pior parte é que esse é um problema silencioso que, na maioria das vezes, não chega a ser óbvio.
A seguir, separamos cinco ajustes que devem ser desativados ou otimizados para prolongar a autonomia do seu aparelho. Confira:
O Always-On Display (AOD) é um dos principais vilões do seu celular em termos de consumo de energia. Embora prático para consultar hora e notificações rapidamente, manter pixels ativos o tempo todo pode fazer a bateria cair até quatro vezes mais rápido!
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Até mesmo em celulares com tela AMOLED, que oferece uma eficiência energética aprimorada, o recurso consome cerca de 6% da carga em apenas oito horas de uso contínuo.
Desligar esse modo pode render várias horas extras de uso diário, principalmente se o celular já estiver no limite.

Ao ativar esse modo, a cada nova notificação o celular acende a tela para exibir a informação — e isso se repete dezenas ou centenas de vezes por dia.
A função de acender ao toque, apesar de útil, pode comprometer bastante a bateria. No iPhone, a detecção de tela virada para baixo (Facedown Detection) evita que a luz acenda desnecessariamente.
Já no Android, reduzir o tempo de desligamento da tela, ajustar o brilho e ativar o modo escuro também ajudam a economizar energia ao longo do dia.
Celulares com tela de 120 Hz ou mais entregam uma experiência fluida, mas cobram seu preço em consumo energético. Reduzir para 60 Hz em situações rotineiras, como navegação e mensagens, já ajuda bastante.
Você só deve se preocupar com isso se a tela do seu aparelho não for LTPO, tecnologia que faz esse ajuste da frequência automaticamente conforme o conteúdo da tela.
O mesmo vale para a resolução: muitos aparelhos oferecem resolução Quad HD+, que exige mais da GPU. Reverter para Full HD ainda mantém boa qualidade de imagem e oferece ganho em autonomia.
Embora desligar Wi‑Fi e Bluetooth possa reduzir ligeiramente o consumo de bateria, o impacto real é pequeno se comparado ao uso constante do GPS. O que realmente faz diferença é revisar quais aplicativos têm acesso à sua localização.
Muitos continuam rastreando sua posição mesmo quando não há necessidade. O ideal é limitar a permissão de localização apenas para quando o app estiver em uso — ou, melhor ainda, negar o acesso a apps que não precisam saber onde você está.
Essa é uma medida muito mais eficaz para preservar bateria e proteger sua privacidade.

Muitos aplicativos continuam ativos mesmo quando você não está usando. Redes sociais, apps de mensagens e serviços de e-mail costumam checar dados, enviar notificações e atualizar conteúdo em segundo plano.
Isso impacta diretamente a autonomia do aparelho. No Android, é possível restringir esses processos nas configurações de bateria. Já no iPhone, desativar a atualização em segundo plano (Background App Refresh) faz uma diferença considerável.
O QUE são as baterias de Silício-Carbono que Motorola, Xiaomi e outras fabricantes estão usando?
Leia a matéria no Canaltech.